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Livro: Sob a Aurora de Sangue
Autor: A. Z. Florence
535 páginas
5 estrelas
Sinopse
Ela é uma bruxa, filha da luz e do fogo.
Ele é um vampiro, filho da noite e do sangue.
Inimigos por natureza.
Casados por conveniência.
Desde o princípio dos tempos, bruxas e vampiros foram inimigos – herdeiros de deuses em guerra, condenados a perpetuar um ciclo de ódio interminável. Todavia, quando os Abissais – uma raça alienígena que devora mundos – atravessam os céus para semear o fim, uma aliança impensável se torna necessária.
Tahani, bruxa de linhagem poderosa, é dada em casamento a Nohallan, rei dos vampiros, selando uma paz frágil entre civilizações que se repudiam. Orgulhosos, perigosos, marcados pela herança de seus povos, ambos resistem ao vínculo imposto. Mas o que começa com hostilidade e desconfiança logo se transforma em algo mais perigoso: um desejo latente, visceral, que desafia séculos de rancor e leis ancestrais.
À medida que a guerra final se aproxima e os horrores cósmicos se revelam, Tahani e Nohallan serão forçados a atravessar os limites do poder, da fé e do próprio corpo. Em meio a traições, revelações esquecidas e um apocalipse iminente, precisarão escolher: repetir o ciclo dos deuses ou quebrá-lo com as próprias mãos.
Artifícios de Enredo:
De inimigos a amantes
Casamento por conveniência
Romance de desenvolvimento lento
Bruxa - Vampiro
Ranzinza - amável
Ele destruiria o mundo por ela
Romantasia
Opostos que se atraem
Gosto da escrita dessa autora, apesar da lentidão do desenvolvimento do romance, a guerra, que parecia ser a história principal, não foi desenvolvida, pelo menos como eu queria. Mesmo assim achei difícil parar de ler. É envolvente.
Houve a guerra, de fato, e foi feia a coisa. Porém, EU esperava ver mais da preparação, estratégia, afinal, foi preciso uma aliança entre povos inimigos para combater um mal maior, os abissais. E para isso um vampiro, o rei, e a filha da bruxa mais poderosa precisaram se casar. E como disse, bruxas e vampiros são inimigos.
Não houve, na verdade, um grande conflito entre o casal, mas um acordo entre eles foi firmado: quartos separados, nada de amizade e quando a guerra acabar – divórcio. E como um bom clichê, lindo e maravilhoso, esse acordo foi quebrado. Demorou, confesso. Mas tudo foi trabalhado de forma a se tornar mais crível, por isso foi lento. Nada de atração fatal ou amor “the flash”. Deu tempo pra gente conhecer, torcer e gostar deles.
E foi isso.
Bjoo.
“Você é o caos que equilibra minha ordem”


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