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Livro: Cidade das Chamas - Reino da Lua #1
Autor: Lia Albuquerque
675 páginas
4,5 estrelas
Sinopse
Ela é tudo o que o povo de Lunyth deseja ser. Esplêndida com a coroa na cabeça e todo o reino sob seu controle. O destino que recai em seus ombros é pesado, mas ela está disposta a tomá-lo. No entanto, há algo em seu povo que a jovem princesa morreria para ter.
Ao completar 18 anos, Kindra acreditava que este seria o fim de uma vida que mal havia começado. Nem mesmo o seu título real poderia mudar o que ela era e tudo o que sempre seria: ordinária em meio ao extraordinário. Mas em uma repentina reviravolta, ela é enviada em uma missão para trazer de volta uma velha relíquia e provar que é digna do trono. Seguida por seus amigos leais — e alguns não tão leais assim — a princesa é forçada a seguir um caminho cheio de magia obscura, monstros e perigos que vem de onde menos imagina.
Quando a Lua surgir, o destino já terá escolhido um lado. Nenhuma estrela pode brilhar sem a vasta escuridão.
Se descontarmos algumas enrolações e uma mocinha chata pra caramba, a história é boa. Mas vale lembrar que a indicação é para leitores entre 16 e 18 anos. Mesmo assim, esta senhora aqui se divertiu muito.
Kindra é a herdeira do trono, mas, para assumir a coroa, precisa demonstrar que possui poderes e habilidades. O problema é que ela é uma deceite (sem poder). Isso significa que será banida e morta. Sua única chance de sobreviver é encontrar uma antiga relíquia perdida.
Kindra parte em busca da tal relíquia acompanhada do irmão caçula, do primo e de duas amigas. Ao longo da jornada, outros jovens se juntam ao grupo. Como guia da expedição, foi contratado Scaldor. Os dois foram amigos na infância, mas hoje ela não o suporta. Eu quase não a suporto; já ele é meu personagem preferido.
A aventura não dá sossego: um perigo aparece atrás do outro. Mal dá tempo de respirar. Emoção e tensão não faltam.
Quanto ao final, a aventura, que já era complicada, consegue piorar. E, justamente quando você acha que o desfecho finalmente chegou, leva uma porta na cara, porque ele ficou reservado para o próximo livro.
E foi isso.
Bjoo.


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