Vivemos uma fase de modismo gospel, isso é evidente. Uma coisa comum é ter como referências “grandes” homens e mulheres que pelo seu poder de persuasão atraem a muitos. Alguns se destacam pela eloqüência, outros pela tamanha habilidade de “liderança”. São os super-heróis gospel.
Aqueles que já não parecem mais seres humanos, que já avançaram o degrau da infabilidade e estão acima dos “simples” crentes.
Heróis que empunham com arma o verdadeiro evangelho, que transforma o homem pecador.
Heróis que vivem no anonimato, em meio a comunidades ribeirinhas, aldeias indígenas, e povos necessitados.
Heróis que nunca serão conhecidos pelo “movimento gospel”, nunca estamparão a capa de uma revista, nunca saberão o que é ser aplaudido por multidões. Seu slogan é “servir”. São realmente verdadeiros discípulos de seu mestre, que ensinou a não buscar fama ou riqueza, mas viver o amor.
Esses verdadeiros heróis nunca aceitaram serem chamados assim, porque sabem que não possuem força ou brilho próprio. Acreditam que “tudo podem, naquele que os fortalecesse”. Seu alvo não é a glória humana. Mas que Cristo resplandeça por intermédio deles, onde o amor de Deus é revelado.
Minha homenagem a esses “heróis”, que para muitos são simplesmente idealistas sem causa, meros sonhadores. Para mim são homens e mulheres convictos do seu chamado.
"Mas a nossa cidade está nos céus, de onde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo,Que transformará o nosso corpo abatido, para ser conforme o seu corpo glorioso, segundo o seu eficaz poder de sujeitar também a si todas as coisas". (Fl 3:20 e 21)
Por Renato Rangel
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Renato Rangel é estudante de teologia, leitor do Púlpito Cristão e enviou este artigo por e-mail
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