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terça-feira, 12 de maio de 2026

Me Chame à Meia-Noite


 


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Livro: Me Chame à Meia-Noite

Autor: Rachel Griffin

402 páginas

4 estrelas




Sinopse

Tana Fairchild nasceu com toda a sua vida definida. Ela sempre soube que deveria se casar com o filho do governador e garantir uma aliança entre as bruxas da ilha de Encantamento e as pessoas do continente que enxergam a magia como ameaça.

Por anos, o coven de Tana apaziguou os ânimos entre bruxas e humanos, praticando apenas magia baixa e liberando a maior parte dela no oceano. Porém, quando Tana comete o erro fatal de perder esse ritual — o que pode lhe custar a vida —, não há ninguém a quem ela possa recorrer... apenas Wolfe, o responsável por fazê-la perder tal compromisso.

Wolfe é membro de um coven que pratica magia proibida, algo que Tana imaginou não existir mais — pelo menos em Encantamento. O grupo vive nas sombras, praticando magia de maneira reclusa, mas acredita que o coven de Tana faz estragos muito maiores ao renegar os próprios poderes. Afinal, os rituais mensais que praticam, nos quais o excesso de magia é lançado no mar, o tornam mais violento e as correntezas ficam cada vez mais incontroláveis, um perigo que pode destruir a aliança com o continente e até mesmo a ilha.

Ele concorda em ajudá-la, mas com uma condição: Tana terá de aprender a usar a magia que Wolfe pratica. Uma magia que a faz se sentir poderosa. Viva. Mas Tana precisará escolher entre a lealdade ao seu povo e a lealdade ao próprio coração.


Gostei da escrita: simples, direta e sem rodeios, o que torna a leitura rápida. Também achei a história interessante. A princípio, estranhei o esquema de magia — ou quase a ausência dela. Há um par romântico ali, meio água com açúcar, sem grandes emoções. Ótimo para quem tem problema de coração e não pode lidar com emoções fortes.

Há três grupos de povos: A — com magia mais forte; B — com magia mais fraca; e C — o povo sem magia.

O povo C, que é maioria, oprime os grupos A e B para impedir o uso da magia. Já o grupo B oprime o grupo A, que é menor, para que seu tipo de magia também não seja usado.

O plano envolve uma aliança entre os grupos B e C, já que todos acreditam que o grupo A não existe mais.

No entanto, surge um rapaz do grupo A que atrapalha essa aliança, e então tudo vai para o beleléu. Basicamente é isso. Mas eu gostei da leitura, não pense o contrário por causa da minha má vontade no comentário.

E foi isso.

Bjoo.


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