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Livro: Sob a Lua Crescente
Autor: Lu Ferreira
415 páginas
3 estrelas
Sinopse
“A coroa em minha cabeça seria quase mais pesada que o fardo da culpa que me persegue há dois anos.
Eu não nasci para ser rainha e muito menos merecia ser.”
Com a morte do herdeiro real, Arabella é obrigada a assumir a coroa, mesmo contra sua vontade. Atormentada pela culpa sobre o ocorrido trágico e prestes a completar a maioridade, a princesa precisará deixar seus sonhos em segundo plano para subir ao trono e governar um povo que, até então, aguardava um novo rei.
Focada desde a infância em assumir o cargo de General, a princesa desafiou leis e quebrou protocolos ao crescer rodeada de espadas, alvos, flechas e treinos intermináveis, além de ter sido inserida aos quinze anos no Conselho Militar, ainda que sem a devida aprovação de alguns membros.
Agora, seu coração endurecido pelo luto será posto à prova com a chegada de Tristan, nobre que está prometido a ela em casamento desde a infância e que balançará seus sentimentos com um jogo de conquista e flertes sutis.
Um baile de máscaras definirá seu futuro e sentimentos completamente novos serão descobertos conforme o passar do tempo limitado antes de sua coroação.
Mas ao contrário do que todos pensam, Arabella não deixará de mostrar a todos pelo que treinou a vida inteira ao lidar com disputas políticas por domínio e um grupo de rebeldes que vem atacando a Capital e atormentam o Conselho Militar, ainda que sua própria índole seja posta em jogo. Além do aparecimento de um inimigo antigo que fará com que seu lado emocional fale mais alto que o racional, movendo-a pelo desejo de vingança.
Lembrem-se: Na despedida da lua nova, sob a lua crescente, os lobos sairão para a caçada.
Uma leitura tranquila de se fazer, mas voltada para jovenzinhas. Hehehe… agora me senti com mais de 60 anos — caramba, eu tenho!! Ahh, mas é uma história para senhoras também, daquelas que só querem se distrair.
A princesa Arabella era prometida a Tristan. Ao completar vinte anos, se casaria e assumiria o reino ao lado dele. Tristan é perfeito demais, um verdadeiro príncipe encantado, mas a gente acaba se encantando mesmo é pelo irmão adotivo dele: aquele moreno sarcástico, meio sombrio, que maneja bem uma espada. Pois é.
O que vou comentar a seguir pode ser considerado spoiler, então, se não gosta, é hora de dar tchau.
Mas a história tem pontos que não são explicados e outros que não recebem a devida atenção. Por exemplo: por que uma moça de 20 anos precisa assumir o trono se seus pais, a rainha e o rei, ainda estão vivos? Como acontece um assassinato e uma “tentativa” de homicídio da princesa e nada é investigado? Há ainda um grupo que está saqueando o reino — o que pode ser considerado traição — e usam termos como lobo, alcateia e alfa. Juro que fiquei esperando a transformação de um lobisomem, mas, até onde vi, não tem nada disso; acabou ficando caricato. Pois é, tem essas coisas nada a ver.
E foi isso.
Bjoo.


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