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quarta-feira, 20 de maio de 2026

Os Quatro Ventos


 


88

Livro: Os Quatro Ventos

Autor: Kristin Hannah

530 páginas

5 estrelas




Sinopse

Texas, 1921. Passada a Grande Guerra, uma nova era de abundância parece surgir no horizonte. Mas, para Elsa Wolcott, considerada velha demais para se casar numa época em que o matrimônio é a única opção das mulheres, o futuro parece sombrio. Até a noite em que conhece Rafe Martinelli e decide mudar o rumo de sua vida. Com sua reputação em ruínas, ela acaba tendo que se unir a um homem que mal conhece.

Treze anos depois, o mundo é bem diferente: milhões estão desempregados devido à Grande Depressão e à seca que devasta as Grandes Planícies, dizimando plantações e provocando tempestades de areia. Tudo está morrendo na fazenda Martinelli, inclusive o casamento de Elsa e Rafe, e cada novo dia é uma batalha pela sobrevivência.

Nesse momento incerto e perigoso, ela deve fazer uma escolha angustiante: lutar pela terra que tanto ama ou deixar tudo para trás e partir para o Oeste, rumo ao desconhecido, em busca de uma vida melhor para sua família.

Com o estilo apaixonante de Kristin Hannah, Os quatro ventos é uma história sobre resiliência e a força do espírito humano para sobreviver à adversidade, vista pelos olhos de uma mulher cujo sacrifício e cuja coragem representam toda uma geração.



A escrita da autora é excelente, o que torna a leitura muito fluida, e a história… bem, nem sei como classificá-la. É uma história triste do início ao fim — não, minto: o fim é uma infelicidade. Não é um livro para ser lido por pessoas tristes.

Embora a história seja quase só desgraça, todos os acontecimentos têm base em fatos: a Grande Depressão, as greves, as tempestades de areia, o preconceito… A injustiça descrita aqui parte o coração. Quase não dá para respirar normalmente.

Esse livro fala sobre lutar, lutar e lutar. Resistir é o sobrenome da protagonista. Apesar das pessoas injustas, também há pessoas que amam. Uma pena que as injustas tenham mais poder.

Mas, depois de uma quantidade enorme de lutas e dores, acontece uma coisinha boa — isso já nos 92% da leitura, ufa! Só que, depois, a autora mete o machado no nosso coração. Não é brinquedo, não!

E foi isso.

Bjoo.


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