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Livro: Ronan Graves - A Porta Vermelha #1
Autor: Laiza Costa
636 páginas
2 estrelas
Sinopse
GrumpyXSunshine + Dom/Sub Vibe + Obsessão + Thriller Psicológico + Clube Secreto
E se você tivesse que escrever uma história na qual se imagina… desejando vivê-la?
Chloe Harper é uma ghostwriter.
Ela escreve histórias que não são suas, vive entre palavras que não assina e silêncios que não ousa tocar.
Até o dia em que um cliente à beira da morte confessa algo que jamais deveria ser dito.
Horas depois, sua vida vira um pesadelo.
Mas naquela noite… ela sobrevive.
Como e por quê — continuam sendo um mistério.
Desde então, Chloe não escreve mais.
E um ano depois, sem opções e mergulhada em dívidas, ela recebe uma proposta tentadora: escrever a autobiografia de Ronan Graves.
Bilionário. Misterioso.
Fundador da Graves Capital e de um clube secreto onde o prazer é tão intenso quanto o silêncio que o cerca — The Red Door Society.
Ele quer que Chloe conte sua história.
Mas a cada confissão, ela começa a se imaginar não como autora e sim como a mulher atrás da porta vermelha.
E se o que ele quer revelar não for para o mundo? E sim para ela?
Cada gravação a empurra mais fundo em um universo onde o poder seduz, o desejo domina e o passado sussurra verdades que ela não está pronta para ouvir.
E ela começa a entender que nem toda história pode ser escrita de fora.
Algumas precisam ser sentidas.
Vividas.
Atravessadas.
E para isso, há apenas uma condição: abrir a porta vermelha… sabendo que não existe mais volta.
A vida é cheia de mistérios, por isso li esse livro: por puro mistério. No fundo, bem no fundo, há alguma coisa ali, algo que me deixou curiosa — não pelo que está atrás da porta vermelha, ahh, já estou velha demais para essas saliências hehehe… agora são outras coisas que me atraem. Mas confesso que atravessar a escrita truncada da autora, cheia de parágrafos curtos e mesclados em divagações, não foi tarefa fácil. Zombe de mim, mas me distraí e quase me apaixonei por um psicopata.
O que moveu a minha leitura foi a curiosidade — pois é. Confesso que gosto mais da parte do segredo, da sedução vagarosa. O caminho a percorrer, a expectativa… isso, sim, foi mais emocionante. A impressão de que havia algo por trás foi o que me manteve presa à leitura. Também gostei dos personagens adultos e inteligentes.
Agora vêm os “poréns”: debaixo de toda a obsessão entre um homem sedutor e uma mulher que se deixa levar por ele, está um homem que, definitivamente, está a um degrau da psicopatia (se já não o tiver atingido). Tanto que ele diz ter alexitimia. E ela, com certeza, teve a amígdala cerebral destruída. Resumindo: feitos um para outro.
E foi isso.
Bjoo.


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