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Livro: Nós que Ficamos
Autor: Renata Machado
396 páginas
4 estrelas
Sinopse
ELE SE APAIXONA PRIMEIRO - PAI SOLO X PEDIATRA - CRIANÇA FOFA - PERSONAGENS +35 - SLOW BURN
Nós que Ficamos é um romance contemporâneo brasileiro emocionante, sobre amor após o luto, cura emocional e recomeços. Uma história de slow burn, pai solo e segunda chance, perfeita para quem busca romances sensíveis e profundos.
Arthur não pôde proteger sua esposa do vírus. O que restou foi Teresa, a filha recém-nascida — seu único motivo para seguir em frente. Dois anos depois, ele vive em modo de sobrevivência: um pai solo dedicado, com o coração fechado para o amor.
Médica pediatra, Fabiane, enfrentou os piores dias da COVID entre plantões exaustivos e a perda da mãe. Forte por fora, cheia de cicatrizes por dentro, ela acreditava ter deixado para trás o desejo de ser escolhida…
Até conhecer Arthur.
Na cidade de Brasília, um encontro inesperado aproxima duas pessoas marcadas pela ausência.
A convivência nasce sem promessas, mas é inevitável que o sentimento lento e delicado comece a crescer.
Quando Fabiane precisa acolher Flávia, a sobrinha de dezessete anos cheia de medos e segredos, o passado volta a cobrar decisões difíceis.
Entre dor, ternura e silêncios compartilhados, Arthur começa a acreditar que recebeu uma nova chance...
E Fabiane precisa decidir se vale a pena ficar.
Uma escrita boa, sem enrolação. A história se passa após um período muito difícil: a pandemia de Covid-19. Um período de muito pesar. E agora, os personagens estão se recuperando e tentando voltar à vida normal.
Arthur e Fabiane perderam pessoas que amavam durante a pandemia. Ela perdeu a mãe, e ele, a esposa. Embora tenham se conhecido de uma forma inusitada, a aproximação aconteceu porque ela é pediatra e ele tem uma menininha.
Fabiane é uma mulher travada. Resumindo, é isso que ela é. Ela está presa ao passado e às suas dores, enquanto Arthur tenta se soltar do passado e seguir adiante. Em meio a esse processo, eles se apaixonam. E o Arthur, bem, o Arthur… quero ele pra mim.
Fabiane é insegura e se desvaloriza; precisa de terapia. Cada um processa o luto de uma forma, mas isso não pode nos fazer parar, nos sufocar. É importante não morrer junto com quem se foi.
Se você abrir mão do que quer para não perder, você já perdeu.
E foi isso.
Bjoo.


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