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quinta-feira, 23 de julho de 2026

O Homem de Giz


 


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Livro: O Homem de Giz

Autor: C. J. Tudor

342 páginas

2,5 estrelas




Sinopse

Em 1986, Eddie e os amigos são apenas crianças prestes a entrar na adolescência. Eles passam a maior parte dos dias andando de bicicleta pela pacata vizinhança e em busca de aventuras. Os desenhos a giz são seu código secreto: homenzinhos-palito rabiscados no asfalto; mensagens que só eles entendem. Mas um desenho misterioso os leva até um corpo desmembrado espalhado em um bosque. E depois disso nada foi o mesmo.

Em 2016, já adulto, Eddie acredita ter superado o passado, mas percebe que se enganou quando recebe uma carta com o desenho de um homem de giz enforcado. Ao descobrir que os amigos de infância receberam a mesma mensagem, eles desconfiam que possa ser um trote... até um deles aparecer morto.

Eddie então se dá conta de que para se salvar vai precisar descobrir o que de fato aconteceu trinta anos atrás.

Alternando habilidosamente entre passado e presente, O Homem de Giz traz o melhor do suspense: personagens maravilhosamente construídos, mistérios de prender o fôlego e reviravoltas que vão impressionar até os leitores mais escaldados.



Uma história é narrada alternando passado e presente (1986 e 2016). Começa com as peripécias de adolescentes que se comunicavam por meio de recados escritos com giz: bonequinhos palitos. A história é contada de forma a dar a impressão de que algo aconteceu ou acontecerá. Assim, nossa atenção é chamada.

Apesar do meu interesse inicial no enredo, a enrolação me deixou entediada. Os personagens não são cativantes, então, o interesse não foi muito grande.

Não há um crime sendo investigado, pelo menos não na narrativa. Mas há um blá blá blá infindável. Chega um momento em que tudo o que quero é que o livro acabe logo. E quando acabou… concluo que minhas expectativas foram desperdiçadas.

E foi isso.

Bjoo.


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