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Livro: Pôr do Sol no Central Park - Para Nova York, com amor # 2
Autor: Sarah Morgan
370 páginas
2 estrelas
Sinopse
O amor nunca foi prioridade para Frankie Cole... mas por que seu coração bate mais forte quando está com Matt Walker, seu amigo de tantos anos? No segundo livro da série Para Nova York, com Amor, a best-seller Sarah Morgan vai te conquistar em mais uma história emocionante de amor na cidade onde sonhos se tornam realidade.
O amor da sua vida pode ser difícil de encontrar. Até mesmo quando está bem na sua frente.
Frankie Cole e suas duas melhores amigas inauguraram um negócio em Manhattan que está sendo um sucesso. Frankie é designer e ama trabalhar com paisagismo de jardins suspensos nos telhados dos arranha-céus da cidade. Entre amizades verdadeiras e um trabalho gratificante, ela tem tudo para ser feliz.
Com o conturbado divórcio de seus pais e problemas com os relacionamentos da mãe, Frankie nunca deu muita atenção às relações românticas, preferindo focar em si e no trabalho. Ela conhece Matt, o irmão de sua melhor amiga, há anos, mas eles nunca tiveram nada além de amizade. Até que Matt descobre novas coisas sobre a mulher que pensou conhecer tão bem, e não quer passar mais nenhum dia longe dela.
Matt sabe que Frankie se mantém segura por trás de sua barreira emocional, mas fará de tudo para superar os bloqueios e conquistá-la.
Eu deveria esperar algumas horas e refletir com mais calma sobre esse livro e sua protagonista HORRÍVEL! Ops... respirando, respirando... Mas não consigo. Então, não levem tão a sério as minhas palavras neste momento de extrema sensibilidade (hehehe).
Uma coisa que influencia muito a leitura é o estado de espírito do leitor e desconfio de que o meu não estava nem um pouco alinhado com esta história. Porque, desde as primeiras páginas, tudo o que eu queria era dar uns tapas na mocinha. Pelamor!
Frankie estava satisfeita em ser solteira e preferia livros a homens (até aí, tudo bem). O problema é que, quando o assunto envolve homens, ela consegue ser um desastre, principalmente na forma como lida com o amigo Matt. Terapia faria milagres, porque ela coleciona traumas, tem a autoestima enterrada no subsolo e vive presa ao papel de vítima.
Ela me lembrou um besouro — mais especificamente, o besouro-rola-bosta (hehehe). Enquanto ele passa a vida empurrando uma bolinha de esterco, Frankie passou anos empurrando os próprios traumas, alimentando a insegurança e o pessimismo. Viva a terapia!
E foi isso.
Bjoo.


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