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Livro: O Som do Passado
Autor: Mateus L. P. Santos
351 páginas
2,5 estrelas
Sinopse
Como todo mundo, Guilherme Gonzalez sonha com uma vida diferente.
Aos 21 anos, nada é como ele imaginava e o jovem aspirante a músico começa a pensar que nunca será. Ele está prestes a desistir desse sonho de viver de música quando é arrastado por seu melhor amigo, André, para mais uma festa universitária de Ribeirão Preto.
Lá, ele conhece Clara, uma garota que, à primeira vista, não poderia se encaixar menos com ele, mas, à segunda, parece a menina dos seus sonhos. Aos poucos, enquanto ele e o pai, Laércio, reformam uma famosa casa mal-assombrada de Ribeirão, a vida finalmente parece sorrir para Guilherme.
Até que uma noite muda tudo. Medo; sangue; calor; música; e muita dor — esses são os rastros de 8 de agosto de 2008, uma data que parece ter marcado todos os personagens dessa história, que tentam seguir em frente e fugir dos fantasmas do passado, mas veem-se reféns do trauma.
No início achei um tanto cansativo, mas depois as coisas foram se encaixando. Eu tenho este livro como uma enganação, pois, aparentemente, ele te leva a uma história de amor, mas não se trata disso.
É quase uma rotina simples: um rapaz com voz e violão, tentando um futuro na música. Ela, uma universitária enfrentando as dificuldades de ser aluna e se adaptando à vida.
Eles se conhecem de uma forma não muito animadora, nada romântica, eu diria, mas a atração supera aquela situação. E eles continuam “se encontrando dos jeitos mais esquisitos e aleatórios”, cito palavras dele.
Quando o sucesso vem, traz a decadência junto. Tudo em meio a uma enrolação e depressão. Mostra a vida que não deu certo. É quase um jornal de TV. Não sei mais o que falar.
E foi isso.
Bjoo.


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