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sábado, 5 de março de 2011

Perto do Reino de Deus

 Bíblia na versão Linguagem de Hoje, no livro de Marcos 12:

   28 Um mestre da Lei que estava ali ouviu a discussão. Viu que Jesus tinha dado uma boa resposta e por isso perguntou: —Qual é o mais importante de todos os mandamentos da Lei?

    29 Jesus respondeu: —É este: “Escute, povo de Israel! O Senhor, nosso Deus, é o único Senhor.


    30 Ame o Senhor, seu Deus, com todo o coração, com toda a alma, com toda a mente e com todas as forças.

    31 E o segundo mais importante é este: “Ame os outros como você ama a você mesmo. ” Não existe outro mandamento mais importante do que esses dois.

    32 Então o mestre da Lei disse a Jesus: —Muito bem, Mestre! O senhor disse a verdade. Ele é o único Deus, e não existe outro além dele.

    33 Devemos amar a Deus com todo o nosso coração, com toda a nossa mente e com todas as nossas forças e também devemos amar os outros como amamos a nós mesmos. Pois é melhor obedecer a estes dois mandamentos do que trazer animais para serem queimados no altar

    34 Jesus viu que o mestre da Lei tinha respondido com sabedoria e disse: —Você não está longe do Reino de Deus. Depois disso ninguém tinha coragem de fazer mais perguntas a Jesus.

Pra pensar: O quanto nós estamos perto do Reino de Deus?

sexta-feira, 4 de março de 2011

TROCANDO O BANQUETE POR BANANAS



“Buscai ,pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.” Mt 6,33


Vivemos o dilema entre buscar o Reino de Deus e buscar as “demais coisas”; embora Jesus nos chame para um reino espiritual, prometendo que nada nos faltará, morremos de medo de aceitar este convite e ficar sem estas “outras coisas”.

Mas Jesus nos alerta que o nosso critério de valores está bem equivocado. Na verdade, estamos apegados aquilo que não tem valor real e desprezamos perolas e tesouros que o Reino nos oferece.

Armadilha para Macacos

A história é muito antiga, mas não menos curiosa. Algumas tribos africanas utilizam um engenhoso método para capturar macacos.

Como estes são muito espertos e vivem saltando nos galhos mais altos das árvores, os nativos desenvolveram o seguinte sistema: pegam uma cumbuca de boca estreita e colocam dentro dela uma banana.

Em seguida, amarram-na ao tronco de uma árvore freqüentada por macacos, afastam-se e esperam. Isso feito, um macaco curioso desce, olha dentro da cumbuca e vê a banana. Enfia sua mão, apanha a fruta, mas como a boca do recipiente é muito estreita, ele não consegue retirar a banana.

Surge um dilema: se largar a banana, sua mão sairá e ele poderá ir embora livremente, caso contrário, continua preso à armadilha.

Depois de um tempo, os nativos voltam e tranqüilamente capturam os macacos que teimosamente se recusam a largar a banana. O final é meio trágico, pois os macacos que são capturados acabam indo para a panela.


Enquanto estivermos cegados pelas bananas que a vida nos oferece, corremos o risco de perder a verdadeira vida. Há um banquete que não encontramos nesta estreita cumbuca que nos oferecem diariamente.

A ironia é que o medo de perder o pouco que temos poderá nos deixar sem nada. O apego demasiado ao passageiro e temporário, pode nos impedir de perceber o eterno.

Uma história de Jesus ilustra perfeitamente este equivoco:

Ao ouvir isso, um dos que estavam à mesa com Jesus, disse-lhe: “Feliz será aquele que comer no banquete do Reino de Deus”.

Jesus respondeu: “Certo homem estava preparando um grande banquete e convidou muitas pessoas. Na hora de começar, enviou seu servo para dizer aos que haviam sido convidados: ‘Venham, pois tudo já está pronto’.

“Mas eles começaram, um por um, a apresentar desculpas. O primeiro disse: ‘Acabei de comprar uma propriedade, e preciso ir vê-la. Por favor, desculpe-me’. “Outro disse: ‘Acabei de comprar cinco juntas de bois e estou indo experimentá-las. Por favor, desculpe-me’. “Ainda outro disse: ‘Acabo de me casar, por isso não posso ir’.

“O servo voltou e relatou isso ao seu senhor. Então o dono da casa irou-se e ordenou ao seu servo: ‘Vá rapidamente para as ruas e becos da cidade e traga os pobres, os aleijados, os cegos e os mancos’. (Lucas 14,15-24)


Todos queremos sempre o melhor para as nossas vidas. Se tivéssemos a convicção de que o Reino de Deus era o melhor, não desejaríamos outra coisa.

Nossas razões e justificativas somente revelam o nosso desinteresse. O Reino nos soa como uma festa pobre e chata, que qualquer compromisso de importância mediana justifica nossa ausência.

Mas o Reino de Deus não se explica, não há como fazer propaganda dele; o Reino de Deus a gente vê e se enxerga dentro dele. Em outras palavras, precisamos de revelação, que os nossos olhos espirituais sejam abertos e vejamos o banquete a que somos convidados.

Eis que estou a porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei e cearei com ele, e ele comigo. Apocalipse 3,20

Quero com alegria aceitar este convite! Quero desejar este encontro de todo o meu coração. Que o Espírito Santo abra os meus olhos para este banquete maravilhoso que é servido a mesa de Jesus. Quero mais, preciso de mais ! Quero muito mais do que bananas !

Rick Warren utiliza frases baseadas na Bíblia impressas em copos da rede Starbucks

Rick Warren, autor de “Uma Vida com Propósitos e pastor da Igreja Saddleback, em Lake Forest, Califórnia, está utilizando um outro método inovador de evangelismo: frases baseadas na Bíblia impressas em copos da rede Starbucks.
Warren faz parte da campanha da Starbucks chamada”The Way I See It “, que é uma coleção de pensamentos, opiniões e expressões fornecidas por figuras notáveis que aparecem nos copos da rede.

No dia 13/02/2011 Rick Warren postou no twitter a seguinte nota:

"Starbuck’s printed God’s purpose for your life on a cup! http://twitpic.com/2qcj3h RT & Facebook post this good news!"

"O Starbucks imprimiu o propósito de Deus para a tua vida num copo! RT & publica no Facebook esta boa notícia!"

A citação de Warren impressa em copos da rede Starbucks é a seguinte:

“Você não é um acidente. Seus pais podem não tê-lo planejado, mas Deus o planejou. Ele queria que você vivesse e te criou para um propósito. Você foi feito por Deus e para Deus, e até que você entenda isto, a vida nunca fará sentido. Somente em Deus que descobrimos nossa origem, nossa identidade, nosso significado, nosso propósito, nossa importância e nosso destino”.

Notícias Cristãs com informações da UCB

Sorria!

Às vezes é preciso muito pouco para sorrir.

quinta-feira, 3 de março de 2011

A ferida e o tempo

"[...] Ainda assim alguém pode esperar o tempoda ferida 
formar uma cicatriz,
que me dirá que eu vivi algo, 
mas não me machuca mais [...]" (Lícia Tayná)

Gostei tanto do que você disse que virou até post rs :)

Uma amiga virtual, a Luana Araújo, compartilhou comigo, gostei e passo pra vocês também, é do blog:la parte che mi tocca

quarta-feira, 2 de março de 2011

BIG JHON - um “tom” diferente

BIG JHON, um “tom” diferente para o Hip Hop brasileiro.
Ao analisarmos o dicionário da música encontraremos que “rap” significa ritmo e poesia. E Big Jhon sabe bem disso.
Neto de poeta e criado em meio á literatura Big Jhon desenvolveu a capacidade da escrita em versos sobre a realidade e valores das ruas gerando grande identificação por parte dos adolescentes, jovens e adultos que enfrentam o dia-a-dia desta vida passageira.
...
E é pela voz suave de BIG JHON, que o Hip Hop brasileiro recebe um novo brilho e um novo “tom”.


O site oficial do BIG JHON visite

Sofrimento e a glória de Deus

A história de Zac Smith from iPródigo on Vimeo.


A história de Zac Smith continuou from iPródigo on Vimeo.

O que a água faz



terça-feira, 1 de março de 2011

Tão perto e, ainda assim, tão longe


Como professor de Bíblia e teologia a serviço de uma organização evangelística, tive a oportunidade de ouvir muitos testemunhos pessoais. Durante esses 26 anos de trabalho no Instituto Bíblico Palavra da Vida nos EUA, impressionou-me a quantidade de alunos que, apesar de terem nascido num contexto familiar de crentes em Cristo, só vieram a crer em Jesus bem mais tarde em sua vida. O assunto ressoa mais forte aos meus ouvidos, porque essa também foi a minha história. Eu nasci em Halifax, Nova Escócia, numa família de crentes consagrados a Cristo. Porém, à semelhança dos antigos israelitas, eu lutava com o problema da incredulidade.

Não consigo me lembrar de uma única vez em que eu, meus irmãos e minha irmã não estivéssemos vestidos, penteados e prontos para nossa caminhada dominical rumo à igreja, a fim de participar de um dos cultos. E lá íamos nós para a igreja. Além disso, o papai, não satisfeito de participar de todos os cultos de nossa igreja, sempre que havia algum culto especial em outra igreja levava a família toda.

Ficamos sem carro durante muitos anos e para mim era uma tortura perder a melhor parte dos meus domingos numa caminhada de 20 ou 30 minutos para a igreja. Finalmente, quando conseguimos um carro, a minha alegria durou pouco. Meu pai começou um ministério de transporte com ônibus, numa época em que isso ainda não era comum nas igrejas. Nós passávamos de ônibus para pegar as pessoas em nosso trajeto para a igreja e, em seguida, o papai ainda fazia algumas viagens adicionais para transportar mais famílias para o culto. Com isso, tínhamos que sair de casa mais cedo do que antes, quando íamos a pé.
Mesmo conhecendo o Evangelho,
algumas pessoas escolhem outros caminhos,
como o álcool, que destroem famílias e
despedaçam vidas

Seria ótimo se eu pudesse justificar a minha rejeição do Evangelho, alegando que nunca me fora pregado, mas esse não era o caso. Culto após culto, eu pude ouvir as verdades simples do plano da salvação: a de que eu era um pecador perdido e que Jesus é Deus, o qual vindo ao mundo, levou sobre Si os meus pecados e recebeu o castigo em meu lugar a fim de me libertar da condenação e perdição eterna.
No começo, eu ia à frente, na hora do apelo do pregador, para aceitar Jesus como meu Salvador, pelo menos uma vez por mês. Mas parece que nunca isso, de fato, acontecia. Eu era tão velhaco que tinha plena consciência de que meu relacionamento com Deus era péssimo. Parece que nunca me convertia; na verdade, eu nunca tinha nascido de novo em Cristo.
Como muitos dos testemunhos que ouvi, eu simplesmente me tornei cada vez mais frio em relação ao Senhor. Passei a odiar a Fé Cristã e tudo o que ela significa. Quanto mais eu tentava ser bom e agradar a Deus, mais eu falhava. A incumbência dava a aparência de ser pesada demais e os benefícios pareciam mínimos, se é que existiam.
Quando cheguei à adolescência, minha vida entrou “em parafuso” e virou um caos. Saí de casa; me envolvi com o mundo das drogas; e não demorou muito para que eu ficasse desempregado, sem teto, perambulando pelas ruas de Toronto.

Uma Escolha Quase Fatal

Ainda fico intrigado com o fato de que uma pessoa pode ser criada com todas as oportunidades que eu tive e, mesmo assim, rejeitar o Evangelho. Como é que eu não entendi isso antes? Eu vi o que o álcool fizera com outras famílias. Tive contato com lares destruídos e vidas despedaçadas. Eu fui testemunha da maneira pela qual Cristo fizera a diferença em nosso próprio lar; no entanto, misteriosamente nada disso me tocava.
O apóstolo Paulo, de igual modo, estava pasmado com a atitude de Israel:
“Porque eu mesmo desejaria ser anátema, separado de Cristo, por amor de meus irmãos, meus compatriotas, segundo a carne. São israelitas. Pertence-lhes a adoção e também a glória, as alianças, a legislação, o culto e as promessas; deles são os patriarcas, e também deles descende o Cristo, segundo a carne, o qual é sobre todos, Deus bendito para todo o sempre. Amém!” (Rm 9.3-5).

O Fator Fé

No Novo Testamento o meio de salvação é o mesmo identificado no Antigo Testamento: Fé. Ao escrever no Novo Testamento, o apóstolo Paulo demonstra sua convicção de que o propósito da mensagem central do Pentateuco era o de distinguir entre uma salvação centrada no homem e uma salvação centrada em Deus.
A incredulidade é um senhor cruel.
Ela não promete nada, muito menos liberta;
exige o pagamento de tudo,
mas nunca entrega o que foi comprado

Moriá foi o lugar da maior prova e da maior vitória de Abraão pela fé. Abraão, em sua disposição de sacrificar seu filho Isaque, colocava a promessa de Israel sobre o altar. Portanto, Moriá simboliza a fé e, por razões óbvias, passou a ser o local do estabelecimento do templo, a saber, o centro espiritual de todo o povo de Israel e o lugar onde Israel adoraria o seu Deus.
Entretanto, ao fazer suas declarações mais categóricas sobre o papel da fé na salvação, o apóstolo Paulo recorre ao livro de Deuteronômio. Em Romanos 10.6-8, Paulo fez citações de Deuteronômio 30:
“Mas a justiça decorrente da fé assim diz: Não perguntes em teu coração: Quem subirá ao céu?, isto é, para trazer do alto a Cristo; ou: Quem descerá ao abismo?, isto é, para levantar Cristo dentre os mortos. Porém que se diz? A palavra está perto de ti, na tua boca e no teu coração; isto é, a palavra da fé que pregamos”.
Existe um caminho melhor;
um caminho tão próximo quanto o coração e os lábios,
e que não requer pagamento humano de nenhuma espécie;
um caminho que Abraão trilhou, Moisés ordenou e Paulo pregou:
a obediência decorrente da fé

Na seqüência, o capítulo 29 prediz os futuros fracassos de Israel e seus decorrentes castigos. Contudo, Deuteronômio 30 apresenta uma mensagem absolutamente diferente, uma mensagem de esperança e fé:
“Porque este mandamento que, hoje, te ordeno não é demasiado difícil, nem está longe de ti. Não está nos céus, para dizeres: Quem subirá por nós aos céus, que no-lo traga e no-lo faça ouvir, para que o cumpramos? Nem está além do mar, para dizeres: Quem passará por nós além do mar que no-lo traga e no-lo faça ouvir, para que o cumpramos? Pois esta palavra está mui perto de ti, na tua boca e no teu coração, para a cumprires” (Dt 30.11-14).
O mandamento ao qual Moisés se referiu nesse texto não era a Lei recebida no monte Sinai. Os israelitas nunca conseguiriam cumprir essa Lei. Moisés lhes falara acerca disso em boa parte do capítulo 29. Esse mandamento ordena que a pessoa creia, um mandamento personificado pelo exemplo de Abraão no monte Moriá.
A incredulidade é um senhor cruel. Ela não promete nada, muito menos liberta; exige o pagamento de tudo, mas nunca entrega o que foi comprado.
Contudo, existe um caminho melhor; um caminho tão próximo quanto o coração e os lábios, e que não requer pagamento humano de nenhuma espécie; um caminho que Abraão trilhou, Moisés ordenou e Paulo pregou: a obediência decorrente da fé.
“E disse: Em verdade vos digo que,
se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças,
de modo algum entrareis no reino dos céus”
(Mt 18.3)

O Dia em Que “Funcionou”

Eu não posso afirmar o que havia de diferente naquele dia chuvoso e frio de novembro de 1969. Eu ainda me drogava e continuava tão rebelde e rancoroso como sempre fora. Meu pai viera de Halifax à minha procura e nós estávamos dentro do carro, estacionado numa rua mais tranqüila.
Aparentemente nada tinha mudado. Porém, naquele dia o meu coração estava diferente. Quando meu pai me perguntou se eu queria receber a Cristo em minha vida, meu coração e lábios disseram: “sim”. Eu não hesitei, nem titubeei em tomar a decisão. Parecia óbvio. Foi naquele dia que me tornei crente em Jesus Cristo.
Acho que eu sempre conhecera o Evangelho e talvez sempre o aceitara de uma forma intelectual. Todavia, como no caso dos filhos de Israel que comeram o maná providenciado por Deus e caminharam sobre sandálias que não se desgastaram no deserto (veja Dt 29.5), o Evangelho nunca fizera diferença em minha vida.
Naquele dia, ao lado de meu pai, eu estava pronto a concordar com Deus sobre a minha condição e sobre a provisão que Ele fizera para mim. Trata-se daquela fé semelhante à de uma criança da qual Jesus fez menção ao dizer: “E disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus” (Mt 18.3).
Para nós a salvação saiu de graça, mas para o Messias o custo foi incalculável. Além disso, a salvação nunca está distante e inacessível; sempre está disponível a todo aquele que, neste exato momento, se disponha a crer. Entre qualquer um de nós e a salvação eterna não existe nenhum impedimento que se interponha, exceto um coração descrente. 
Marshall Wicks 

Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, junho de 2008.

Qual seu ídolo?


 
 Pr. Mark Driscoll esclarece o conceito de idolatria.

Os ídolos dizem que se nós os adorarmos nós seremos mais santos, por isso aqueles que são idólatras tendem a ser arrogates e orgulhosos, principalmente os idólatras religiosos.

Muitos sistemas religiosos existem para transformar coisas boas em ídolos, criam listas de regras, e se você obedece aquilo você é mais santo que os outros, então você ganha o direito de monosprezar os outros em orgulho e arrogância esquecendo de fato de que o seu ídolo é orgulho.

O pior pecado de todos!!

Deixa eu te dar alguns exemplos disso: Ídolos são coisas boas que são transformadas em coisas "de Deus" e se transformam em coisas más:
  • Casamento,
  • filhos, 
  • aparência, 
  • riqueza, 
  • sucesso, 
  • carreira, 
  • performance ministerial, 
  • uma causa, até mesmo uma boa causa, 
  • um relacionamento amoroso, 
  • um bem...
Como você expõe seu ídolo?
Você vai procurar por coisas assim, vai procurar onde está o seu tesouro.
Jesus disse: onde está o seu tesouro é (a indicação) onde está seu coração.
  • O que você mais valoriza?
  • O que é aquela pessoa, ou coisa, ou experiência que você tem mais medo de perder?
  • Quem ou o que você mais ama?
  • O que você valoriza?
  • Ou qual é a fonte de sua alegria?
  • O que é preeminente na sua vida?
  • O que está na posição de glória?
E eu sei que muitos, teologicamente, diriam Jesus. Mas onde realmente está o seu tesouro?!
Existem alguns pastores e sistemas religiosos que permitem que você mantenha um tesouro além de Jesus. E apresentam Jesus em um presenteador de ídolos:
  • Venha para Jesus, ele irá te fazer rico!
  • Venha para Jesus, ele irá te fazer saudável!
  • Venha para Jesus, ele irá consertar seu casamento!
  • Venha para Jesus, ele irá salvar sua família!
  • Venha para Jesus, ele irá salvar seu o trabalho!
  • Venha para Jesus, ele é um ótimo presenteador de ídolos.
E quando Jesus falha em dar ídolos, por que ele é, corretamente, um Deus ciumento, nós fazemos perguntas como:
  • Onde está Deus? Será que Ele existe? Eu pensei que Ele me amasse.
  • Onde está Deus quando eu sofro?
  • Porque Deus está desapontado?

Alguns até se afastam da prática da fé cristã. Outros vão procurar por outras religiões e espiritualidades, tentando buscar um demônio que lhes dê um ídolo

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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

"Minha filha especial e meu encontro com a Graça"

 "Graça é amor que ultrapassa todos os limites de amor". 
Graça não é algo que se deve ao pecador, mas é algo que ele recebe; não é algo que ele pode reivindicar. Dr. Dal




 




 

Cristo, o incomparável

Por Renato Vargens

Os últimos anos tem sido marcados tanto pelo surgimento como pela multiplicação de aberrações teológicas.  Todavia, apesar das incongruências e indiossicrasias de alguns,  Cristo continua sendo o Incomparável! (veja o vídeo abaixo)

Caro leitor, nós nascemos para glorificar a Deus. Nascemos para Ele. Existimos para sua satisfação e prazer. Vivemos para fazer sua vontade. Fomos criados para que Ele seja o centro de nossa vida, o foco, o alvo, tudo.  Nós dependemos dele e nos alegramos demasiadamente por isso!

"Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos!  Quem, pois, conheceu a mente do Senhor? Ou quem foi o seu conselheiro? Ou quem primeiro deu a ele para que lhe venha a ser restituído?  Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente. Amém!


Soli Deo Gloria,


Cuidado!

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Homem prudente

 Um homem prudente é como um alfinete: 
sua cabeça o impede de ir muito longe. 
 Paul Morand

Como ler a Bíblia?

“Para muitos cristãos, a Bíblia é como licença de software: eles não leem, mas clicam em “Concordo” no final. (@almightygod)”
Lendo o tweet acima, tenho que reconhecer essa é a forma com que muitos de nós tratam a Bíblia, infelizmente.
Lembro-me que a revista Ultimato, em 2004, trouxe dados sobre uma pesquisa feita com 878 estudantes de teologia. Desses estudantes, apenas 40% havia lido a Bíblia mais de uma vez, enquanto que 38% haviam lido apenas parcialmente. Esses dados mostram que até mesmo os que pensam em ser pastores não estão lendo a Bíblia.
Precisamos ler a Bíblia.  Precisamos meditar em suas Palavras. Contudo, ela não deve ser lida como uma licença de software, pois  quem lê essa licença (assim como quem clica em “concordo” sem ler), o faz a fim de utilizar um serviço, um programa. Nossa leitura da Bíblia tem outra finalidade. Não devemos lê-la a fim de utilizar um serviço, mas devemos ler para servir. Lemos as Escrituras para saber a vontade dAquele a quem nos entregamos como servos, a quem reconhecemos como Senhor. Até mesmo porque não adianta chamá-lo de Senhor sem fazer o que ele manda (Lc. 6:46).
Nossa postura com a Bíblia também não deve ser como a de quem lê as cláusulas de um contrato: se as cláusulas nos agradam, assinamos. Não deve ser assim. Uma vez que já reconhecemos Jesus como Senhor de nossas vidas, nossa relação com a Palavra dEle deve ser a de quem busca saber a vontade do nosso Senhor, com o fim de obedecê-la, com plena confiança em Sua direção.
É assim que Jesus nos ensina a nos relacionarmos com suas palavras. Elas estão aí, à disposição de todos nós. Mas estão aí para serem obedecidas, praticadas, vividas. Diante disso, abracemos de coração a Palavra do Senhor, já que ela é luz para o nosso caminho, lâmpada para os nossos pés.
“Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha” (Mt. 7:24).
“Se alguém me ama, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada” (Jo. 14:23).