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quarta-feira, 3 de agosto de 2011

JESUS, LEÃO DE JUDÁ OU URSINHO DE PELÚCIA?

Muitos, quando criança, gostam de bichinhos de pelúcia. Os pequeninos vivem felizes e contentes, arrastando por dentro de casa ou por onde forem aquele pelúcio brinquedo. Tem um enorme prazer em viver agarradinho com ele, dormir ao seu lado, brincar, etc... Porém, no processo de crescimento, o ursinho outrora amado, torna-se aos poucos obsoleto. Vai perdendo todo aquele encanto, aquele brilho de antes. Já não tem mais tanta relevância, afinal os encantos da vida são outros agora. O que antes trazia tanta satisfação pelo simples fato de estar junto, agora já torna-se até motivo de vergonha.

Outros porém, já um pouco crescidos, continuam tentando preservar as marcas e lembranças do tempo de infância e a noitinha, antes de dormir, ainda olham seu ursinho, o colocam em pé na sua cama. Mas só.
É triste constatar, mas pra muitos de nós, crentes, esse ursinho é Jesus. Ou podemos até chamar de “Leãozinho de pelúcia”. Durante um certo período vivemos a intensidade desse amor, o qual era o nosso assunto em todos os bate-papos e durante toda a semana. Vivíamos na intensidade agarrados e apegados a Ele... 

Contudo, com o passar do tempo, Ele foi-se tornando desinteressante. Até brincamos com Ele aos domingos, declaramos que Ele é nosso Leão de Judá, aquele que a quem veneramos e amamos, sem o qual não conseguimos viver... E durante a semana Ele volta para o seu lugar. Uma prateleira empoeirada, um canto qualquer do nosso coração ou da nossa vida, até o momento que sentirmos a necessidade de brincarmos com Ele um pouquinho mais.

Pensando assim, entendemos:

- Jesus não quer apaixonados: Como já dissemos em outros momentos, a paixão é um sentimento avassalador, contudo passageiro. Ao mesmo tempo em que detona tanta intensidade, o contraponto também existe: desinteresse. O que Deus espera quando o conhecemos não é que nos apaixonemos loucamente por Ele da noite pro dia. Ele espera que, ao longo da caminhada, enquanto o conhecemos, passemos a cada dia a Ama-lo mais e mais. E algo progressivo, permeado de intimidade, cumplicidade, companheirismo, parceria... Jesus quer uma relação mais profunda comigo.

- Jesus não quer parcialidade: Ou estamos com Ele, ou estamos sem Ele. Não existe meio termo. Não há como amar a Cristo, servi-lo, prega-lo ou anuncia-lo só no fim de semana. Ele quer está na sua vida de forma plena. Superficialidade não agrada a Deus.  Por isso a Bíblia diz que não há como servir a dois senhores. Não adianta mascarar uma realidade no domingo, se durante a maior parte do tempo, a realidade é outra. Precisamos servir a Deus, íntegros, inteiros, plenos. Se a glória e soberania o pertencem no céu, também o pertencem na terra. Em apocalipse, vemos a realidade esplendorosa e plena de louvor e adoração a Deus, contudo, as vezes, tenho a impressão de que esta realidade não se aplica na Terra.

Jesus não pode ser seu brinquedinho de pelúcia. Ele precisa ser, desde o momento que você o conhece, seu companheiro e amigo para a vida toda. Aquele que caminha ao seu lado, seu melhor amigo, seu confidente, seu cúmplice... Não deixe Cristo se tornar obsoleto na sua vida. 
 
Matias,pastor
 
Vi lá no:
 

Não chego a lugar nenhum

O aprendizado de andar com Deus é um processo. Cada vez que achamos que já sabemos como é, Deus nos leva a um lugar novo, onde os nossos velhos truques não funcionam.
 
Se você sente que se encontra num lugar onde não pode dar nenhum passo sem a ajuda do Senhor, alegre-se. Você se encontra onde Deus deseja que esteja.
 
Se você já tem caminhado com Deus durante algum tempo e de repente sente que sua vida parou, não fique alarmado. É muito provável que Deus esteja fazendo ajustes no seu percurso. Não importa se você é jovem ou idoso. Enquanto estiver respirando, Deus terá novos caminhos e coisas empolgantes pra você fazer. A melhor atitude é confiar na direção divina e seguir adiante. É isso que significa andar pela fé. >> "Partiu sem saber aonde ia" - Hebreus 11:8
 
Jack Hayford diz: "É melhor seguir ao Senhor sem sabermos para onde estamos indo, do que pensar que sabemos para onde vamos e não estarmos seguindo ao Senhor". - É verdade! Você pode precisar ler isto muitas outras vezes. Te trará conforto naqueles dias em que você se pergunta se está realmente indo pra algum lugar. Não se preocupe, todo cristão enfrenta essa luta.
 
O coração do homem traça o seu caminho, mas o Senhor lhe dirige os passos - Provérbios 16:9
 
Ao homem que teme ao Senhor, ele o instruirá no caminho que deve escolher - Salmo 25:12
 
Vi aqui em: Joyce Adeline
 

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Se o amanhã não vier

Se eu soubesse que essa seria a última vez que eu veria você dormir, eu aconchegaria você mais apertado, e rogaria ao Senhor que protegesse você.

Se eu soubesse que essa seria a última vez que veria você sair pela porta, eu abraçaria, beijaria você, e chamaria você de volta, para abraçar e beijar uma vez mais!

Se eu soubesse que essa seria a última vez que ouviria sua voz em oração, eu filmaria cada gesto, cada palavra sua, para que eu pudesse ver e ouvir de novo, dia após dia.

Se eu soubesse que essa seria a última vez, eu gastaria um minuto extra ou dois, para parar e dizer:
"Eu te amo", ao invés de assumir que você já sabe disso.

Se eu soubesse que essa seria a última vez, eu estaria ao seu lado, partilhando do seu dia, ao invés de pensar:
"Bem, eu tenho certeza que outras oportunidades virão, então eu posso deixar passar esse dia".
"É claro" que haverá um amanhã para se fazer uma revisão, e nós teremos uma segunda Chance para fazer as coisas da maneira correta;
"É claro" que haverá um outro dia para dizermos um ao outro: "Eu te amo".
E certamente haverá uma nova chance de dizermos um para o outro:
"Posso te ajudar em alguma coisa?”

Mas no caso de eu estar errado, e hoje ser o último dia que temos, eu gostaria de dizer o quanto eu amo você, e espero que nunca nos esqueçamos disso.

O dia de amanhã não está prometido para ninguém, jovem ou velho, e hoje pode ser sua última chance de segurar bem apertado, a pessoa que você ama.

Se você está esperando pelo amanhã, por que você fazer hoje?

Porque se o amanhã não vier, você com certeza se arrependerá pelo resto de sua vida, de não ter gasto aquele tempo extra num sorriso, num abraço, num beijo, porque você estava "muito ocupado" para dar para aquela pessoa, aquilo que acabou sendo o último desejo que ela queria.

Então, abrace o seu amado, a sua amada hoje. Bem apertado. Sussurre nos seus ouvidos, dizendo o quanto o(a) ama e o quanto o(a) quer junto de você.
Invista um tempo para dizer:
"Me desculpe", "Por favor, me perdoe","Obrigado", ou ainda: "Não foi nada, está tudo bem".
Porque, se o amanhã jamais chegar, você não terá que se arrepender pelo dia de hoje.

Este texto foi anexado no mural de comunicação interna da United Airlines, um dia após o atentado terrorista em 11 de Setembro, pelo esposo de uma das aeromoças mortas.

Vi lá no VOZ DO TRONO 

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

De heroína a Jesus

Estava ouvindo uma música "lado b" da legião urbana chamada "L'age d'or" e o Renato Russo canta uma frase maravilhosa! Ela diz assim: "Já tentei muitas coisas, de heroína a Jesus, tudo que já fiz foi por vaidade".

O que isso quer dizer? Primeiro que não existe diferença entre você se tornar dependente químico ou crente se for pra dar satisfação pra alguém, se for por vaidade. Segundo que ambos feitos com essa motivação só possuem um efeito,  alienar as pessoas.

Enquanto estivermos andando com Deus pelo status que Ele pode me dar, pelas bençãos que Ele pode me fornecer, pelo fato de que nos dias de hoje é bom ter uma religião, emitimos um atestado de vaidoso ao nosso ser e investimos tempo em um jesus errado, e quem segue um jesus errado pode desembarcar no céu errado.

A vida não tem graça se eu for um eterno vaidoso. ela só passa a valer alguma coisa quando me reconheço como mero pecador, que foi aceito pela graça de Deus e não por algum merecimento. Os vaidosos vivem se auto elogiando, pra mim, o auto elogio fede. Que nosso ego seja suplantado pelo imensurável amor de Deus que nos convence do pecado, da justiça e do juízo.

E no mais, tudo na mais santa paz! 
Pr. Márcio de Souza


sexta-feira, 22 de julho de 2011

Twitcam

Como o início de muitas coisas são meio que complicadas, assim aconteceu com meu "bem", que está começando na twitcam. Relevem os erros e deixem seus comentários sobre o assunto e já agradeço e o Dantas mais ainda.


sexta-feira, 10 de junho de 2011

Sem perdão não existe amanhã

Alguém já disse que a família é o lugar dos maiores amores e dos maiores ódios. Compreensível: quem mais tem capacidade de amar, mais tem capacidade de ferir. A mão que afaga é aquela de quem ninguém se protege, e quando agride, causa dores na alma, pois toca o ponto mais profundo de nossas estruturas afetivas. Isso vale não apenas para a família nuclear: pais e filhos, mas também para as relações de amizade e parceria conjugal, por exemplo.

Em mais de vinte anos de experiência pastoral observei que poucos sofrimentos se comparam às dores próprias de relacionamentos afetivos feridos pela maldade e crueldade consciente ou inconsciente. Os males causados pelas pessoas que amamos e acreditamos que também nos amam são quase insuperáveis. O sofrimento resultado das fatalidades são acolhidos como vindos de forças cegas, aleatórias e inevitáveis. Mas a traição do cônjuge, a opressão dos pais, a ingratidão dos filhos, a rixa entre irmãos, a incompreensão do amigo, nos chegam dos lugares menos esperados: justamente no ninho onde deveríamos estar protegidos se esconde a peçonha letal.
Poucas são minhas conclusões, mas enxerguei pelo menos três aspectos dessa infeliz realidade das dores do amar e ser amado. Primeiro, percebo que a consciência da mágoa e do ressentimento nos chega inesperada, de súbito, como que vindo pronta, completa, de algum lugar. Mas quando chega nos permite enxergar uma longa história de conflitos, mal entendidos, agressões veladas, palavras e comentários infelizes, atos e atitudes danosos, que foram minando a alegria da convivência, criando ambientes de estranhamento e tensões, e promovendo distâncias abissais.

Quando nos percebemos longe das pessoas que amamos é que nos damos conta dos passos necessários para que a trilha do ressentimento fosse percorrida: um passo de cada vez, muitos deles pequenos, que na ocasião foram considerados irrelevantes, mas somados explicam as feridas profundas dos corações.

Outro aspecto das dores do amar e ser amado está no paradoxo das razões de cada uma das partes. Acostumados a pensar em termos da lógica cartesiana: 1 + 1 = 2 e B vem depois de A e antes de C, nos esquecemos que a vida não se encaixa nos padrões de causa e efeito do mundo das ciências exatas. Pessoas não são máquinas, emoções e sentimentos não são números, relacionamentos não são engrenagens. É ingenuidade acreditar que as relações afetivas podem ser enquadradas na simplicidade dos conceitos certo e errado, verdade e mentira, preto e branco. A vida é zona cinzenta, pessoas podem estar certas e erradas ao mesmo tempo, cada uma com sua razão, e a verdade de um pode ser a mentira do outro. Os sábios ensinam que “todo ponto de vista é a vista de um ponto”, e considerando que cada pessoa tem seu ponto, as cores de cada vista serão sempre ou quase sempre diferentes. Isso me leva ao terceiro aspecto.

Justamente porque as feridas dos corações resultam de uma longa história, lida de maneiras diferentes pelas pessoas envolvidas, o exercício de passar a limpo cada passo da jornada me parece inadequado para a reconciliação. Voltar no tempo para identificar os momentos cruciais da caminhada, o que é importante para um e para outro, fazer a análise das razões de cada um, buscar acordo, pedir e outorgar perdão ponto por ponto não me parece ser a melhor estratégia para a reaproximação dos corações e cura das almas.

Estou ciente das propostas terapêuticas, especialmente aquelas que sugerem a necessidade de re–significar a história e seus momentos específicos: voltar nos eventos traumáticos e dar a eles novos sentidos. Creio também na cura pela fala. Admito que a tomada de consciência e a possibilidade de uma nova consciência produzem libertações, ou, no mínimo, alívios, que de outra maneira dificilmente nos seriam possíveis. Mas por outro lado posso testemunhar quantas vezes já assisti esse filme, e o final não foi nada feliz. Minha conclusão é simples (espero que não simplória): o que faz a diferença para a experiência do perdão não é a qualidade do processo de fazer acordos a respeito dos fatos que determinaram o distanciamento, mas a atitude dos corações que buscam a reaproximação. Em outras palavras, uma coisa é olhar para o passado com a cabeça, cada um buscando convencer o outro de sua razão, e bem diferente é olhar para o outro com o coração amoroso, com o desejo verdadeiro do abraço perdido, independentemente de quem tem ou deixa de ter razão. Abraços criam espaço para acordos, mas a tentativa de celebrar acordos nem sempre termina em abraços.

Essa foi a experiência entre José e seus irmãos. Depois de longos anos de afastamento e uma triste história de competições explícitas, preferências de pai e mãe, agressões, traições e abandonos, voltam a se encontrar no Egito: a vítima em posição de poder contra seus agressores. José está diante de um dilema: fazer justiça ou abraçar. Deseja abraçar, mas não consegue deixar o passado para trás. Enquanto fala com seus irmãos sai para chorar, e seu desespero é tal que todos no palácio escutam seu pranto. Mas ao final se rende: primeiro abraça e depois discute o passado. Essa é a ordem certa. Primeiro, porque os abraços revelam a atitude dos corações, mais preocupados em se (re)aproximar do que em fazer valer seus direitos e razões. Depois, porque, no colo do abraço o passado perde força e as possibilidades de alegrias no futuro da convivência restaurada esvaziam a importância das tristezas desse passado funesto.

Quando as pessoas decidem colocar suas mágoas sobre a mesa, devem saber que manuseiam nitroglicerina pura. As palavras explodem com muita facilidade, e podem causar mais destruição do que promover restauração. Não são poucos os que se atrevem a resolver conflitos, e no processo criam outros ainda maiores, aprofundam as feridas que tentavam curar, ou mesmo ferem novamente o que estava cicatrizado. Tudo depende do coração. O encontro é ao redor de pessoas ou de problemas? A intenção é a reconciliação entre as pessoas ou a busca de soluções para os problemas? Por exemplo, quando percebo que sua dívida para comigo afastou você de mim, vou ao seu encontro em busca do pagamento da dívida ou da reaproximação afetiva? Nem sempre as duas coisas são possíveis. Infelizmente, minha experiência mostra que a maioria das pessoas prefere o ressarcimento da dívida em detrimento do abraço, o que fatalmente resulta em morte: as pessoas morrem umas para as outras e, consequentemente, as relações morrem também. A razão é óbvia: dívidas de amor são impagáveis, e somente o perdão abre os horizontes para o futuro da comunhão. Ficar analisando o caderno onde as dívidas estão anotadas e discutindo o que é justo e injusto, quem prejudicou quem e quando, pode resultar em alguma reparação de justiça, mas isso é inútil – dívidas de amor são impagáveis.

Mas o perdão tem o dia seguinte. Os que recebem perdão e abraços cuidam para não mais ferir o outro. Ainda que desobrigados pelo perdão, farão todo o possível para reparar os danos do caminho. Mas já não buscam justiça. Buscam comunhão. Já não o fazem porque se sentem culpados e querem se justificar para si mesmos ou para quem quer que seja, mas porque se percebem amados e não têm outra alternativa senão retribuir amando. As experiências de perdão que não resultam na busca do que é justo desmerecem o perdão e esvaziam sua grandeza e seu poder de curar. Perdoar é diferente de relevar. Perdoar é afirmar o amor sobre a justiça, sem jamais sacrificar o que é justo. O perdão coloca as coisas no lugar. E nos capacita a conviver com algumas coisas que jamais voltarão ao lugar de onde não deveriam ter saído. Sem perdão não existe amanhã.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Melodia e vida: Capacita-me

Melodia e vida: Capacita-me: "Convido você para orarmos juntos essa canção! Essa música fala do que clama meu coração. CAPACITA-ME Anderson Freire Composição : Ande..."

sábado, 28 de maio de 2011

DIP

O DIP, Domingo da Igreja Perseguida, foi criado há 21 anos pelo Irmão André, fundador da Portas Abertas, e tem o intuito de levar as igrejas ao redor do mundo a se envolverem e passarem momentos dedicados à lembrança da Igreja Perseguida, unidas, como parte do Corpo de Cristo.
cristao-perseguido
O Domingo da Igreja Perseguida, conhecido como DIP, é um dia em que as igrejas separam seus cultos, ou parte deles, para falar da causa dos cristãos perseguidos. É uma mobilização em massa das igrejas brasileiras e também de outros países, que promovem o evento para que os membros de sua comunidade saibam mais sobre a realidade da perseguição, orem e se engajem, não só neste dia, mas na causa da Igreja Perseguida.
O DIP é patrocinado pela Portas Abertas e os organizadores são voluntários. O evento dá a oportunidade para que os cristãos brasileiros conheçam e vivenciem a realidade de milhares de irmãos. Este dia, entretanto, não é apenas mais um evento para sua igreja. É uma oportunidade para divulgar e relatar os testemunhos e experiências de pessoas que nos ensinam a cada dia como ser um cristão perseverante e cheio de fé.
A data varia de ano para ano, pois é marcada para o domingo seguinte ao de Pentecostes. Esse critério foi adotado porque no relato bíblico de Atos 4, o início da perseguição aos cristãos acontece logo após a descida do Espírito Santo, com a prisão de Pedro e João. Simbolicamente, pode-se dizer que essa foi a “fundação” da Igreja Perseguida.
Em 2011, o Domingo da Igreja Perseguida será dia 19 de junho.
Divulgue, ore, participe!


Visite o site e veja como participar! - DIP

terça-feira, 17 de maio de 2011

Texto fora do contexto

Texto fora do contexto
Quando alguém tira um texto de seu contexto está de certa forma, decapitando as Escrituras. O texto, uma vez adulterado... 


Quando alguém tira um texto de seu contexto está de certa forma, decapitando as Escrituras. O texto, uma vez adulterado com a decapitação do pregador, se torna violado e só serve para afirmar sua vontade e não a de Deus. 

Usar o texto e seu contexto com a iluminação do Espírito é ver palavras sairem da boca de Deus. Usar o texto sem o contexto é colocar palavras na boca de Deus

Recentemente eu li um texto concernente a estes calendários de belas paisagens acompanhadas com versículo bíblico que dizia o seguinte ”Tudo isso te darei se prostrado me adorares” Mat 4:9. O editor do calendário só esqueceu de ler o contexto pra descobrir o autor da frase que, nesse caso, era Satanás.
Não sei se o fruto de tantos textos isolados é a preguiça de ler as Escrituras, se bem que para os amantes deste tipo de literatura não é necessário a bíblia, basta a famosa caixinha de promessas (Já vem sem contexto).

A “Trinity Broadcasting Network”, maior rede de televisão cristã no mundo, entrevistava um desses lideres de ministério. E ele dizia que seu ministério esta totalmente baseado em sua “vida versículo”, Mateus 19:26 “Com Deus tudo é possível” Deus me deu este versículo (Mateus19:26), porque nasci em 1926.

O Repórter, intrigado com esta teoria de “vida versículo”, agarrou uma bíblia “nasci em 1934”, disse ele. Minha “vida versículo” deve ser Mateus 19:34, então descobriu que Mateus 19 tem apenas 30 versículo. Implacável, ele então pulou para Lucas, e ao ler Lucas 19:34 “ O Senhor precisa dele” ficou emocionado, e exclamou “O Senhor precisa de mim, o Senhor tem necessidade de mim”. Minha “vida versículo” é maravilhosa, eu nunca tive uma “vida versículo” antes, mas agora o Senhor me deu, oH Jesus, Aleluia. E a plateia presente no estúdio começou a aplaudir entusiasmada.

Naquele momento, porém, a esposa do líder subiu ao palco e disse : “Espere um minuto querido, você não pode usar este versículo. Ele está falando de um burro!”.

Alan C. Corrêa

Vi lá no Gospel Prime

Ver Jesus na Bíblia



Vi lá no Emmanoel Messias

segunda-feira, 16 de maio de 2011

A história do pato

A um pequeno menino, que visitava seus avós em sua fazenda, foi dado um estilingue para brincar no mato.
Ele praticou na floresta, mas nunca consegui
a acertar o alvo.Desanimado, ele voltava para jantar, quando viu o pato de estimação da a e, em um impulso, acertou a cabeça do pato e matou-o.

Chocado, triste e em pânico, ele escondeu o pato morto na pilha de madeira!
Sally (sua irmã) tinha visto tudo, mas ela não disse nada.
Após o almoço no dia seguinte, a avó disse: "Sally, vamos lavar a louça"
Mas Sally disse: " Vovó, Johnny me disse que queria ajudar na cozinha "
Em seguida, ela sussurrou
ao ouvido do irmão: "Lembra-se do pato? '
Assim, Johnny lavou os pratos.
Mais tarde naquele dia,
quando vovô perguntou se as crianças queriam ir pescar, a vovó disse "me desculpe, mas eu preciso de Sally para ajudar a fazer o jantar".
Sally apenas sorriu e disse, "
eu vou porque Johnny me disse que queria ajudar no jantar". Novamente sussurrou no ouvido do irmão: "lembra-te do pato?"
Então Sally foi pescar e Johnny ficou para ajudar.

Após vários dias de Johnny fazendo o trabalho de Sally, ele finalmente não aguentava mais.
Ele veio com a avó e confessou que tinha matado o pato.
A avó ajoelhou, deu-lhe um abraço e disse:
"Querido, eu sei... eu estava na janela e vi a coisa toda, mas porque eu te amo, eu te perdoei. Eu só estava me perguntando quanto tempo você iria deixar Sally fazer de você um escravo."
Pensamento do dia e todos os dias depois:
Qualquer que seja o seu passado, o que você tem feito... O diabo fica jogando-o no seu rosto (mentir, enganar, a dívida, medo, maus hábitos, ódio, raiva, amargura, etc ).... seja o que for... Você precisa saber que:

Deus estava de pé na janela e viu a coisa toda.

Ele viu toda a sua vida ... Ele quer que você saiba que Ele te ama e que você está perdoado. Ele está apenas querendo saber quanto tempo você vai deixar o diabo fazer de você um escravo.
A grande coisa acerca de Deus é que quando você pedir perdão, Ele não só perdoa, mas Ele se esquece.
É pela graça e misericórdia de Deus que somos salvos.
Vá em frente e faça a diferença na vida de alguém hoje.
Compartilhe esta mensagem com um amigo e lembre-se sempre:
Deus está à janela!

Recebi do meu irmão por email

domingo, 15 de maio de 2011

A Família na UTI

            Uma das maiores frustrações deste final de século é a crise que se abate sobre a família. A desagregação da família tira o brilho do progresso, das conquistas e da expansão do conhecimento que nosso século promoveu. Ver a família sendo destruída causa uma dor profunda na consciência dos que levam a vida a sério.

O desmoronamento da família coincide com a crise da afetividade . A essência de nossas vivências está nos relacionamentos significativos, especialmente aqueles que se dão no âmbito de vida familiar. A afetividade é uma espécie de “ cimento” na construção das relações humanas, e o homem do nosso século, preso às garras do individualismo, vai excluindo da sua vida a afetividade como algo relevante.

Sob o ponto de vista terapêutico, cuidar da família implica um cuidado urgente de nós mesmos, especialmente no que se refere aos nossos sentimentos, pois eles é que dão sentido e consistência à nossa vida. Sentimentos sadios implicam em relacionamentos sadios e isso é também uma questão de aprendizagem, e exigindo um esforço de cada um de nós, para o bem da família. Aprender a amar, a valorizar os outros a respeitar, a perdoar, a esvaziar-se de si, a abraçar, a valorizar os pontos positivos das pessoas, são gestos simples que poderão produzir mudanças profundas na vida em família. Dizer “eu te amo” é muito mais fácil do que alimentar o ódio. Nenhuma família sobrevive sem amor, pois somente ele produz em nós atitudes tais como: tolerância, misericórdia, paciência, confiança, perdão e renúncia.
            Um segundo cuidado urgente para salvar a família está na solidificação da relação marido/mulher, eixo básico dos relacionamentos familiares. Infelizmente, muitos filhos crescem sem ver sequer seus pais juntos, e outros, por sua vez, jamais viram os pais abraçados, vivenciando afeto e ternura. O modo de viver dos pais afeta diretamente o modo de ser dos filhos, por isso mesmo, assistimos a um crescimento assustador de filhos drogados, rebeldes, agressivos, apáticos e inseguros. Quando se fortalece as bases, toda a construção fica mais segura.

É fundamental também para a saúde da família uma revisão dos nossos valores. Estes valores devem ultrapassar o limite do material e das coisas transitórias. Quando um filho precisa de um brinquedo para sentir-se amado pelos pais; quando a esposa precisa de uma jóia para sentir-se amada pelo marido, é sinal que nesta família os valores estão invertidos, pois as pessoas devem valer pelo que são e sentem e nunca pelo que possuem ou possam oferecer.

Sobretudo, os valores espirituais como fé, a esperança e o louvor. Tentar “salvar” a família desta crise aguda sem a presença de Deus e a força do amor é, como disse Jesus, construir a casa sob areia. - ao primeiro vento forte tudo cai.


Pastor Estevam Fernandes

Vi lá no site da Primeira Igreja Batista de João Pessoa
 

sábado, 14 de maio de 2011

Armandinho de novo


Vi lá no Alexandre Beck

Traço 281

"Eu te disse que acabaríamos juntos. Te amo sem saber como, nem quando e nem onde. Te amo simplesmente sem complicações, nem orgulho. Assim te amo, porque não conheço outra maneira. Tão profundamente que a tua mão no meu peito é a minha. Tão profundamente que quando fecho os olhos, contigo eu sonho."

Vi lá no Traço a traço