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terça-feira, 16 de agosto de 2011

Igreja Primitiva x Igreja Atual


A Igreja Primitiva gozava de uma imagem pública positiva; A Igreja Atual tem uma imagem extremamente negativa diante do povo.

A Igreja Primitiva fazia muito com pouco; A Igreja Atual com muito não faz nada (ou quase nada).

A Igreja Primitiva tinha comunhão; A Igreja Atual apenas associação.

A Igreja Primitiva tinha uma fé capaz de abalar o mundo; A Igreja Atual tem uma fé abalada por qualquer coisinha.

A Igreja Primitiva tinha uma mensagem Cristocêntrica (por Ele, para Ele e N´Ele); A Igreja Atual tem uma mensagem Antropocêntrica (mensagens que massageiam os nossos egos, desejos e prioridades).

A Igreja Primitiva não se importava com a concorrência; A Igreja Atual perde para a concorrência e faz concorrência entre si mesma.

A Igreja Primitiva tinha doutrina; A Igreja Atual, apenas tradições.

A Igreja Primitiva tinha membros à imagem de Deus; A Igreja Atual tem membros que são caricaturas de uma denominação.

A Igreja Primitiva era procurada pelas pessoas; A Igreja Atual não é procurada e nem procura as pessoas (a não ser quando tem interesse em encher seus cofres com os “dízimos, primícias e afins” dos pobres fiéis manipulados).

A Igreja Primitiva era perseguida pelo mundo; A Igreja Atual persegue a si mesma.

A Igreja Primitiva se ocupava com o essencial (a vida em Cristo, o caráter cristão, o proceder com o semelhante etc); A Igreja Atual, com o trivial (tamanho do vestido, se usa brinco ou não, se o pregador usa terno e gravata - ao invés de se preocupar se o pregador tem vida com Deus e possui bom caráter).

A Igreja Primitiva se interessava pelas pessoas perdidas fora de suas igrejas (como o nome 'igreja', no original, em grego, mesmo se traduz); A Igreja Atual se orgulha com o número de seus membros ($$).

A Igreja Primitiva tinha culto; A Igreja Atual apenas liturgia ou entretenimento.

A Igreja Primitiva crescia em qualidade e quantidade; A Igreja Atual, nem em qualidade.

A Igreja Primitiva incomodava o mundo; A Igreja Atual se acomoda ao mundo e por isso é incomodado por ele.

A Igreja Primitiva mudou o mundo de sua época; A Igreja Atual tem sido mudada pelo mundo atualmente.

A Igreja Primitiva contava com membros que tinham vida de cristãos; A Igreja Atual tem apenas o nome de cristãos.

A Igreja Primitiva tinha a maioria de suas atividades fora dos portões da igreja; A Igreja Atual já nem sabe o que está fazendo dentro dos portões da igreja.

A Igreja Primitiva era temida pelos demônios; A Igreja Atual teme aos homens.

A Igreja Primitiva estava disposta a morrer pelo Evangelho; A Igreja Atual não consegue nem viver o Evangelho.

A Igreja Primitiva era uma tradução da Bíblia; A Igreja Atual tem apenas traduções da Bíblia.

A Igreja Primitiva transformou a palavra escrita em palavra encarnada!
Certa feita três teólogos discutiam entre si sobre qual era a melhor tradução da Bíblia, até que um deles disse: "A melhor tradução da Bíblia é minha mãe"; todos se silenciaram, então continuou ele: "Ela traduziu a Bíblia em atitude, em vida, e qualquer analfabeto podia ler e entender".
 
 

Alguns dias

Alguns dias você se encontra completamente exausto. Descanse por um período de tempo, mas não por muito tempo e a seguir volte para a sua rotina com um renovado vigor e propósito.

Alguns dias você irá se sentir realizado. Porém, cuidado para que isto não venha paralisá-lo ao viver apenas das realizações do passado.

Alguns dias você ficará triste. Busque o conforto em entender que tristeza é possível apenas porque alegria também é possível. É doloroso, mas também é lindo compreender que você é capaz de se importar com aquilo que é importante. Você irá superar isso.

Alguns dias você ficara frustrado. Apesar de você ter tido a melhor das intenções, você foi mal compreendido, suas motivações questionadas. Aprenda com esses dias. Respire fundo. Saiba que você está fazendo progresso mesmo que você ache que não.

Alguns dias você estará radiante. Valorize esses dias. Desfrute-os com alegria e sem culpa. Eles são seus e lhes foram também dados por Deus. Sejam quais forem os seus dias, viva-os na certeza plena de que não há nada que lhe ocorra sem que antes já tenha passado pelo filtro do amor de Deus.

"O que me motiva levantar da minha cama a cada manhã é a perspectiva de construir alguma coisa que irá durar muito mais do que a minha própria vida". Larry Allums

Dêem graças ao Senhor porque ele é bom; o seu amor dura para sempre. Salmos 118:1

Texto de Nélio Da Silva

Vi lá no:     

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Salmo de indignação

Por Franklin Rosa

Canção ao Crente Mor_no

1 Bem-aventurado o cidadão que não anda no conselho do religioso, nem se detém na panelinha dos doutores, nem se deleita na logorréia dos doutrinadores.

2 Antes, tem o seu prazer na criação do Senhor, e com o ser marginalizado se identifica na alegria e no açoite.
              
3 Pois será como morada de vida que ao excluído leva abrigo, o qual não menospreza o que está fadado a sua própria sorte no limiar da morte, antes acolhe, consola e junto chora com pesar, tendo prioridade em todas as suas feridas curar.

4 Não são assim os religiosos, que com muita picuinha e ladainha no pregar, aos diferentes e sem igreja gostam de infernizar.

5 Pelo que eles não contribuirão com uma sociedade mais justa, humana e melhor, antes lamentavelmente a transformarão de mal a pior.

6 Porque o Senhor conhece o coração do cidadão do bem, mas o crente mor_no,  pouco prazer no que é reto e verdadeiro ele tem.

Vi lá no : CONEXÃO DA GRAÇA

sábado, 6 de agosto de 2011

PASTOR E LOBO: QUAL A DIFERENÇA?



Pastor e lobo gostam de ovelhas e vivem no meio delas, porém, os interesses os diferenciam.

1- Pastores cultivam o aprisco; lobos criam armadilhas.
2- Pastores buscam o bem das ovelhas; lobos buscam os bens das ovelhas.
3- Pastores vivem à sombra da cruz; lobos vivem à sombra de holofotes.
4- Pastores choram pelas suas ovelhas; lobos fazem suas ovelhas chorar.
5- Pastores têm autoridade espiritual; lobos são autoritários e dominadores.
6- Pastores têm esposas participantes; lobos têm mulheres coadjuvantes.
7- Pastores têm fraquezas; lobos são poderosos. 8- Pastores olham nos olhos; lobos contam cabeças.
9- Pastores são ensináveis; lobos são donos da verdade.
10- Pastores têm amigos; lobos têm admiradores.
11- Pastores vivem o que pregam; lobos pregam o que não vivem.
12- Pastores sabem orar no secreto; lobos só oram em público.
13- Pastores vivem para suas ovelhas; lobos se abastecem das ovelhas.
14- Pastores vão para o púlpito; lobos vão para o palco.
15- Pastores se interessam pelo crescimento das ovelhas; lobos se interessam pelo crescimento das ofertas.
16- Pastores alimentam as ovelhas; lobos se alimentam de ovelhas.
17- Pastores buscam a discrição; lobos se auto-promovem.
18- Pastores usam as Escrituras como texto; lobos usam as Escrituras como pretexto.
19- Pastores se comprometem com o projeto do Reino; lobos têm projetos pessoais.
20- Pastores vivem uma fé encarnada; lobos vivem uma fé espiritualizada.
21- Pastores ajudam as ovelhas a se tornarem independentes de homens; lobos criam ovelhas dependentes deles.
22- Pastores são simples e comuns; lobos são vaidosos e especiais.
23- Pastores têm dons e talentos; lobos têm cargos e títulos.
24- Pastores dirigem igrejas-comunidades; lobos dirigem igrejas-empresas.
25- Pastores pastoreiam as ovelhas; lobos seduzem as ovelhas.
26- Pastores vivem de salários; lobos enriquecem.
27- Pastores apontam para CRISTO; lobos apontam para si mesmo e para igrejas deles.
28- Pastores são humanos, são reais; lobos são personagens religiosos caricatos.
29- Pastores ajudam as ovelhas a se tornarem adultas; lobos perpetuam a infantilização das ovelhas.
30- Pastores quando contrariados silenciam, aquietam; lobos rosnam e tornam-se agressivos.
31- Pastores se deixam conhecer; lobos se distanciam e ninguém chega perto.
32- Pastores lidam com a complexidade da vida sem respostas prontas, lobos lidam com técnicas pragmáticas com jargão religioso.
33- Pastores são transparentes; lobos têm agendas secretas.
34- Pastores ajudam as ovelhas a seguir livremente a CRISTO; lobos geram ovelhas dependentes e seguidoras deles.
35- Pastores criam vínculo de amizade; lobos aprisionam em vínculo de dependência.
E estes cães são gulosos, não se podem fartar; e eles são pastores que nada compreendem; todos eles se tornam para o seu caminho, cada um para a sua ganância, cada um por sua parte. Isaías 56:11
Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores. Mateus 7:15
Porque eu sei isto: que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não perdoarão o rebanho. Atos dos Apóstolos 20:29
E vos darei pastores segundo o meu coração, que vos apascentem com ciência e com inteligência. Jeremias 3:15

Autor desconhecido
Adaptação livre

 Márcia Gizela que me passou viu lá no 

Os que deveriam salgar a terra estão virando estátuas de sal

A história de Ló é muito relevante para nossos dias. Ele era um homem justo, que brilhava no meio da cidade perversa de Sodoma. Quando os dois anjos chegaram para avisá-lo sobre a destruição da cidade, ele lhes ofereceu acomodação e deu tudo de melhor que tinha. Ele era um homem que temia a Deus, apesar de viver no meio de pessoas impuras.

Nós também vivemos em um mundo perverso. Uma das passagens mais chocantes da Bíblia é essa: “Todos os homens de toda parte da cidade de Sodoma, dos mais jovens aos mais velhos, cercaram a casa. Chamaram Ló e lhe disseram: ‘Onde estão os homens que vieram à sua casa esta noite? Traga-os para nós aqui fora para que tenhamos relações com eles’. Ló saiu da casa, fechou a porta atrás de si e lhes disse: “Não, meus amigos! Não façam essa perversidade!”(Gn 19.5,6)

O resultado dessa perversidade foi a cegueira. Os anjos cegaram a todos os homens que queriam fazer essa obscenidade, e então avisaram a Ló que iriam destruir aquela cidade. Eles disseram: “as acusações feitas ao Senhor contra este povo são tantas que ele nos enviou para destruir a cidade”.

Os anjos puxaram Ló, sua mulher e duas filhas da cidade, porque teve misericórdia deles, e disseram a eles: “Fujam por amor à vida!”. Meu querido, persevere no compromisso de Ló: “Fujam da imoralidade sexual. Todos os outros pecados que alguém comete, fora do corpo os comete; mas quem peca sexualmente, peca contra o seu próprio corpo.” (1 Co 6.18)

Depois de mostrar sua misericórdia com Ló, Deus fez chover do céu fogo e enxofre sobre Sodoma e Gomorra. Ele destruiu todas as edificações, vegetação e habitantes. A família de Ló foi salva, mas um fato muito interessante aconteceu: “Mas a mulher de Ló olhou para trás e se transformou numa estátua de sal.” (Gn 19.26)

Nós, que conhecemos a Cristo, temos duas opções na vida: 1. Salgar a terra e sermos luz no mundo; 2. Não salgar a terra e virarmos estátuas de sal.

A pessoa que vira uma estátua de sal é aquela que já conheceu ao amor de Deus, já foi salva da morte e do castigo, mas sente saudade do mundo. Sente vontade de voltar a viver desfrutando dos prazeres deste mundo, curtindo a vida sem limites ou reverência a Deus. Em Lucas 17.32, Jesus diz uma frase que muitos nem sabem que existe: “lembrem-se da mulher de Ló!”

Cuidado para não virar uma estátua de sal, esquentando bancos de igrejas, lendo a Bíblia e não pondo em prática, dizendo ser cristão e não amando ao seu próximo. O Evangelho é sempre sobre o “outro” e nunca sobre “mim”. Abra seus olhos e veja que você é chamado para brilhar neste mundo e fazer a diferença, ser os braços de Cristo e ajudar o necessitado, olhar para frente e perseverar na fé.

“Os que deveriam salgar a terra estão virando estátuas de sal. Os que deveriam ser o tempero do mundo estão temperando seus próprios desejos, vivendo para sua própria glória.”

Matheus Ortega
 
Vi lá no Assem-Bereia de Deus

O tempo perfeito


Cada oração que você faz, mesmo que seja sobre o mesmo assunto, assume uma nova vida.

Cada dia você tem uma nova oportunidade de influenciar seu futuro com as palavras que dirige à DEUS.

Mesmo que não veja resultados tão rapidamente quanto gostaria, muita coisa está acontecendo no mundo espiritual, onde você não pode ver.

Toda oração coloca algo em movimento.

Se você continuar a caminhar com DEUS e a dar os passos corretos, chegará aonde precisa ir.

Pode parecer uma eternidade, mas não desanime.

DEUS é conhecido por trabalhar rápido depois de uma longa preparação.

Deixe que ELE o sustente no ínterim.

Guarda no teu coração está palavra - “Descansa no SENHOR e espera NELE” Sl 37.

Paciência não é o mesmo que resignação.

É a alegre antecipação da glória que está adiante.

Os atores empregam aqueles momentos que antecedem a abertura das cortinas para se concentrarem e se prepararem para o que vem pela frente.

Enquanto você espera pelo inicio do próximo ato em sua vida, concentre-se no SENHOR, declare a que está contente em esperar pelo ELESEU tempo perfeito e peça que ELE te guarde de tropeçar em algum ponto mal iluminado.

Que Deus abençoe a todos.

Vi lá no:

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Frase

"Muitas pessoas são educadas o bastante para não falar com a boca cheia, porém não se preocupam em fazê-lo com a cabeça oca."
Orson Welles

O verdadeiro discípulo

 
Vi lá no: O reino em nós

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

JESUS, LEÃO DE JUDÁ OU URSINHO DE PELÚCIA?

Muitos, quando criança, gostam de bichinhos de pelúcia. Os pequeninos vivem felizes e contentes, arrastando por dentro de casa ou por onde forem aquele pelúcio brinquedo. Tem um enorme prazer em viver agarradinho com ele, dormir ao seu lado, brincar, etc... Porém, no processo de crescimento, o ursinho outrora amado, torna-se aos poucos obsoleto. Vai perdendo todo aquele encanto, aquele brilho de antes. Já não tem mais tanta relevância, afinal os encantos da vida são outros agora. O que antes trazia tanta satisfação pelo simples fato de estar junto, agora já torna-se até motivo de vergonha.

Outros porém, já um pouco crescidos, continuam tentando preservar as marcas e lembranças do tempo de infância e a noitinha, antes de dormir, ainda olham seu ursinho, o colocam em pé na sua cama. Mas só.
É triste constatar, mas pra muitos de nós, crentes, esse ursinho é Jesus. Ou podemos até chamar de “Leãozinho de pelúcia”. Durante um certo período vivemos a intensidade desse amor, o qual era o nosso assunto em todos os bate-papos e durante toda a semana. Vivíamos na intensidade agarrados e apegados a Ele... 

Contudo, com o passar do tempo, Ele foi-se tornando desinteressante. Até brincamos com Ele aos domingos, declaramos que Ele é nosso Leão de Judá, aquele que a quem veneramos e amamos, sem o qual não conseguimos viver... E durante a semana Ele volta para o seu lugar. Uma prateleira empoeirada, um canto qualquer do nosso coração ou da nossa vida, até o momento que sentirmos a necessidade de brincarmos com Ele um pouquinho mais.

Pensando assim, entendemos:

- Jesus não quer apaixonados: Como já dissemos em outros momentos, a paixão é um sentimento avassalador, contudo passageiro. Ao mesmo tempo em que detona tanta intensidade, o contraponto também existe: desinteresse. O que Deus espera quando o conhecemos não é que nos apaixonemos loucamente por Ele da noite pro dia. Ele espera que, ao longo da caminhada, enquanto o conhecemos, passemos a cada dia a Ama-lo mais e mais. E algo progressivo, permeado de intimidade, cumplicidade, companheirismo, parceria... Jesus quer uma relação mais profunda comigo.

- Jesus não quer parcialidade: Ou estamos com Ele, ou estamos sem Ele. Não existe meio termo. Não há como amar a Cristo, servi-lo, prega-lo ou anuncia-lo só no fim de semana. Ele quer está na sua vida de forma plena. Superficialidade não agrada a Deus.  Por isso a Bíblia diz que não há como servir a dois senhores. Não adianta mascarar uma realidade no domingo, se durante a maior parte do tempo, a realidade é outra. Precisamos servir a Deus, íntegros, inteiros, plenos. Se a glória e soberania o pertencem no céu, também o pertencem na terra. Em apocalipse, vemos a realidade esplendorosa e plena de louvor e adoração a Deus, contudo, as vezes, tenho a impressão de que esta realidade não se aplica na Terra.

Jesus não pode ser seu brinquedinho de pelúcia. Ele precisa ser, desde o momento que você o conhece, seu companheiro e amigo para a vida toda. Aquele que caminha ao seu lado, seu melhor amigo, seu confidente, seu cúmplice... Não deixe Cristo se tornar obsoleto na sua vida. 
 
Matias,pastor
 
Vi lá no:
 

Não chego a lugar nenhum

O aprendizado de andar com Deus é um processo. Cada vez que achamos que já sabemos como é, Deus nos leva a um lugar novo, onde os nossos velhos truques não funcionam.
 
Se você sente que se encontra num lugar onde não pode dar nenhum passo sem a ajuda do Senhor, alegre-se. Você se encontra onde Deus deseja que esteja.
 
Se você já tem caminhado com Deus durante algum tempo e de repente sente que sua vida parou, não fique alarmado. É muito provável que Deus esteja fazendo ajustes no seu percurso. Não importa se você é jovem ou idoso. Enquanto estiver respirando, Deus terá novos caminhos e coisas empolgantes pra você fazer. A melhor atitude é confiar na direção divina e seguir adiante. É isso que significa andar pela fé. >> "Partiu sem saber aonde ia" - Hebreus 11:8
 
Jack Hayford diz: "É melhor seguir ao Senhor sem sabermos para onde estamos indo, do que pensar que sabemos para onde vamos e não estarmos seguindo ao Senhor". - É verdade! Você pode precisar ler isto muitas outras vezes. Te trará conforto naqueles dias em que você se pergunta se está realmente indo pra algum lugar. Não se preocupe, todo cristão enfrenta essa luta.
 
O coração do homem traça o seu caminho, mas o Senhor lhe dirige os passos - Provérbios 16:9
 
Ao homem que teme ao Senhor, ele o instruirá no caminho que deve escolher - Salmo 25:12
 
Vi aqui em: Joyce Adeline
 

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Se o amanhã não vier

Se eu soubesse que essa seria a última vez que eu veria você dormir, eu aconchegaria você mais apertado, e rogaria ao Senhor que protegesse você.

Se eu soubesse que essa seria a última vez que veria você sair pela porta, eu abraçaria, beijaria você, e chamaria você de volta, para abraçar e beijar uma vez mais!

Se eu soubesse que essa seria a última vez que ouviria sua voz em oração, eu filmaria cada gesto, cada palavra sua, para que eu pudesse ver e ouvir de novo, dia após dia.

Se eu soubesse que essa seria a última vez, eu gastaria um minuto extra ou dois, para parar e dizer:
"Eu te amo", ao invés de assumir que você já sabe disso.

Se eu soubesse que essa seria a última vez, eu estaria ao seu lado, partilhando do seu dia, ao invés de pensar:
"Bem, eu tenho certeza que outras oportunidades virão, então eu posso deixar passar esse dia".
"É claro" que haverá um amanhã para se fazer uma revisão, e nós teremos uma segunda Chance para fazer as coisas da maneira correta;
"É claro" que haverá um outro dia para dizermos um ao outro: "Eu te amo".
E certamente haverá uma nova chance de dizermos um para o outro:
"Posso te ajudar em alguma coisa?”

Mas no caso de eu estar errado, e hoje ser o último dia que temos, eu gostaria de dizer o quanto eu amo você, e espero que nunca nos esqueçamos disso.

O dia de amanhã não está prometido para ninguém, jovem ou velho, e hoje pode ser sua última chance de segurar bem apertado, a pessoa que você ama.

Se você está esperando pelo amanhã, por que você fazer hoje?

Porque se o amanhã não vier, você com certeza se arrependerá pelo resto de sua vida, de não ter gasto aquele tempo extra num sorriso, num abraço, num beijo, porque você estava "muito ocupado" para dar para aquela pessoa, aquilo que acabou sendo o último desejo que ela queria.

Então, abrace o seu amado, a sua amada hoje. Bem apertado. Sussurre nos seus ouvidos, dizendo o quanto o(a) ama e o quanto o(a) quer junto de você.
Invista um tempo para dizer:
"Me desculpe", "Por favor, me perdoe","Obrigado", ou ainda: "Não foi nada, está tudo bem".
Porque, se o amanhã jamais chegar, você não terá que se arrepender pelo dia de hoje.

Este texto foi anexado no mural de comunicação interna da United Airlines, um dia após o atentado terrorista em 11 de Setembro, pelo esposo de uma das aeromoças mortas.

Vi lá no VOZ DO TRONO 

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

De heroína a Jesus

Estava ouvindo uma música "lado b" da legião urbana chamada "L'age d'or" e o Renato Russo canta uma frase maravilhosa! Ela diz assim: "Já tentei muitas coisas, de heroína a Jesus, tudo que já fiz foi por vaidade".

O que isso quer dizer? Primeiro que não existe diferença entre você se tornar dependente químico ou crente se for pra dar satisfação pra alguém, se for por vaidade. Segundo que ambos feitos com essa motivação só possuem um efeito,  alienar as pessoas.

Enquanto estivermos andando com Deus pelo status que Ele pode me dar, pelas bençãos que Ele pode me fornecer, pelo fato de que nos dias de hoje é bom ter uma religião, emitimos um atestado de vaidoso ao nosso ser e investimos tempo em um jesus errado, e quem segue um jesus errado pode desembarcar no céu errado.

A vida não tem graça se eu for um eterno vaidoso. ela só passa a valer alguma coisa quando me reconheço como mero pecador, que foi aceito pela graça de Deus e não por algum merecimento. Os vaidosos vivem se auto elogiando, pra mim, o auto elogio fede. Que nosso ego seja suplantado pelo imensurável amor de Deus que nos convence do pecado, da justiça e do juízo.

E no mais, tudo na mais santa paz! 
Pr. Márcio de Souza


sexta-feira, 22 de julho de 2011

Twitcam

Como o início de muitas coisas são meio que complicadas, assim aconteceu com meu "bem", que está começando na twitcam. Relevem os erros e deixem seus comentários sobre o assunto e já agradeço e o Dantas mais ainda.


sexta-feira, 10 de junho de 2011

Sem perdão não existe amanhã

Alguém já disse que a família é o lugar dos maiores amores e dos maiores ódios. Compreensível: quem mais tem capacidade de amar, mais tem capacidade de ferir. A mão que afaga é aquela de quem ninguém se protege, e quando agride, causa dores na alma, pois toca o ponto mais profundo de nossas estruturas afetivas. Isso vale não apenas para a família nuclear: pais e filhos, mas também para as relações de amizade e parceria conjugal, por exemplo.

Em mais de vinte anos de experiência pastoral observei que poucos sofrimentos se comparam às dores próprias de relacionamentos afetivos feridos pela maldade e crueldade consciente ou inconsciente. Os males causados pelas pessoas que amamos e acreditamos que também nos amam são quase insuperáveis. O sofrimento resultado das fatalidades são acolhidos como vindos de forças cegas, aleatórias e inevitáveis. Mas a traição do cônjuge, a opressão dos pais, a ingratidão dos filhos, a rixa entre irmãos, a incompreensão do amigo, nos chegam dos lugares menos esperados: justamente no ninho onde deveríamos estar protegidos se esconde a peçonha letal.
Poucas são minhas conclusões, mas enxerguei pelo menos três aspectos dessa infeliz realidade das dores do amar e ser amado. Primeiro, percebo que a consciência da mágoa e do ressentimento nos chega inesperada, de súbito, como que vindo pronta, completa, de algum lugar. Mas quando chega nos permite enxergar uma longa história de conflitos, mal entendidos, agressões veladas, palavras e comentários infelizes, atos e atitudes danosos, que foram minando a alegria da convivência, criando ambientes de estranhamento e tensões, e promovendo distâncias abissais.

Quando nos percebemos longe das pessoas que amamos é que nos damos conta dos passos necessários para que a trilha do ressentimento fosse percorrida: um passo de cada vez, muitos deles pequenos, que na ocasião foram considerados irrelevantes, mas somados explicam as feridas profundas dos corações.

Outro aspecto das dores do amar e ser amado está no paradoxo das razões de cada uma das partes. Acostumados a pensar em termos da lógica cartesiana: 1 + 1 = 2 e B vem depois de A e antes de C, nos esquecemos que a vida não se encaixa nos padrões de causa e efeito do mundo das ciências exatas. Pessoas não são máquinas, emoções e sentimentos não são números, relacionamentos não são engrenagens. É ingenuidade acreditar que as relações afetivas podem ser enquadradas na simplicidade dos conceitos certo e errado, verdade e mentira, preto e branco. A vida é zona cinzenta, pessoas podem estar certas e erradas ao mesmo tempo, cada uma com sua razão, e a verdade de um pode ser a mentira do outro. Os sábios ensinam que “todo ponto de vista é a vista de um ponto”, e considerando que cada pessoa tem seu ponto, as cores de cada vista serão sempre ou quase sempre diferentes. Isso me leva ao terceiro aspecto.

Justamente porque as feridas dos corações resultam de uma longa história, lida de maneiras diferentes pelas pessoas envolvidas, o exercício de passar a limpo cada passo da jornada me parece inadequado para a reconciliação. Voltar no tempo para identificar os momentos cruciais da caminhada, o que é importante para um e para outro, fazer a análise das razões de cada um, buscar acordo, pedir e outorgar perdão ponto por ponto não me parece ser a melhor estratégia para a reaproximação dos corações e cura das almas.

Estou ciente das propostas terapêuticas, especialmente aquelas que sugerem a necessidade de re–significar a história e seus momentos específicos: voltar nos eventos traumáticos e dar a eles novos sentidos. Creio também na cura pela fala. Admito que a tomada de consciência e a possibilidade de uma nova consciência produzem libertações, ou, no mínimo, alívios, que de outra maneira dificilmente nos seriam possíveis. Mas por outro lado posso testemunhar quantas vezes já assisti esse filme, e o final não foi nada feliz. Minha conclusão é simples (espero que não simplória): o que faz a diferença para a experiência do perdão não é a qualidade do processo de fazer acordos a respeito dos fatos que determinaram o distanciamento, mas a atitude dos corações que buscam a reaproximação. Em outras palavras, uma coisa é olhar para o passado com a cabeça, cada um buscando convencer o outro de sua razão, e bem diferente é olhar para o outro com o coração amoroso, com o desejo verdadeiro do abraço perdido, independentemente de quem tem ou deixa de ter razão. Abraços criam espaço para acordos, mas a tentativa de celebrar acordos nem sempre termina em abraços.

Essa foi a experiência entre José e seus irmãos. Depois de longos anos de afastamento e uma triste história de competições explícitas, preferências de pai e mãe, agressões, traições e abandonos, voltam a se encontrar no Egito: a vítima em posição de poder contra seus agressores. José está diante de um dilema: fazer justiça ou abraçar. Deseja abraçar, mas não consegue deixar o passado para trás. Enquanto fala com seus irmãos sai para chorar, e seu desespero é tal que todos no palácio escutam seu pranto. Mas ao final se rende: primeiro abraça e depois discute o passado. Essa é a ordem certa. Primeiro, porque os abraços revelam a atitude dos corações, mais preocupados em se (re)aproximar do que em fazer valer seus direitos e razões. Depois, porque, no colo do abraço o passado perde força e as possibilidades de alegrias no futuro da convivência restaurada esvaziam a importância das tristezas desse passado funesto.

Quando as pessoas decidem colocar suas mágoas sobre a mesa, devem saber que manuseiam nitroglicerina pura. As palavras explodem com muita facilidade, e podem causar mais destruição do que promover restauração. Não são poucos os que se atrevem a resolver conflitos, e no processo criam outros ainda maiores, aprofundam as feridas que tentavam curar, ou mesmo ferem novamente o que estava cicatrizado. Tudo depende do coração. O encontro é ao redor de pessoas ou de problemas? A intenção é a reconciliação entre as pessoas ou a busca de soluções para os problemas? Por exemplo, quando percebo que sua dívida para comigo afastou você de mim, vou ao seu encontro em busca do pagamento da dívida ou da reaproximação afetiva? Nem sempre as duas coisas são possíveis. Infelizmente, minha experiência mostra que a maioria das pessoas prefere o ressarcimento da dívida em detrimento do abraço, o que fatalmente resulta em morte: as pessoas morrem umas para as outras e, consequentemente, as relações morrem também. A razão é óbvia: dívidas de amor são impagáveis, e somente o perdão abre os horizontes para o futuro da comunhão. Ficar analisando o caderno onde as dívidas estão anotadas e discutindo o que é justo e injusto, quem prejudicou quem e quando, pode resultar em alguma reparação de justiça, mas isso é inútil – dívidas de amor são impagáveis.

Mas o perdão tem o dia seguinte. Os que recebem perdão e abraços cuidam para não mais ferir o outro. Ainda que desobrigados pelo perdão, farão todo o possível para reparar os danos do caminho. Mas já não buscam justiça. Buscam comunhão. Já não o fazem porque se sentem culpados e querem se justificar para si mesmos ou para quem quer que seja, mas porque se percebem amados e não têm outra alternativa senão retribuir amando. As experiências de perdão que não resultam na busca do que é justo desmerecem o perdão e esvaziam sua grandeza e seu poder de curar. Perdoar é diferente de relevar. Perdoar é afirmar o amor sobre a justiça, sem jamais sacrificar o que é justo. O perdão coloca as coisas no lugar. E nos capacita a conviver com algumas coisas que jamais voltarão ao lugar de onde não deveriam ter saído. Sem perdão não existe amanhã.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Melodia e vida: Capacita-me

Melodia e vida: Capacita-me: "Convido você para orarmos juntos essa canção! Essa música fala do que clama meu coração. CAPACITA-ME Anderson Freire Composição : Ande..."