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sábado, 22 de setembro de 2012

Nada a ver


Esta é a frase mais aplicável na língua portuguesa quando se quer justificar o injustificável, explicar o inexplicável ou, ainda, quando alguém quer criar em torno de si um “campo de força” contra qualquer crítica ou avaliação de atos biblicamente ou socialmente reprováveis.

Jesus nunca disse que seria fácil segui-lo, muito menos permitiu que o seguissem sem que primeiro os pretensos discípulos deixassem redes, pais, riquezas, emprego, a vida, etc. O Evangelho reclama tudo em nós. Enquanto formos dominados por algum “ente” terreno não haverá espaço para a completude de Cristo. Se Jesus não for o Senhor de todo o nosso ser Ele não será o Senhor de nada.

Infelizmente as Igrejas estão crescendo para os lados, mas permanecem anãs, quando avaliadas em sua maturidade no plano vertical, relação Igreja X Deus.

No afã de estabelecerem o “Reino Humano”, os líderes constroem Templos cada vez mais suntuosos, que exaltam mais aos egos megalomaníacos do que ao Senhor. É o “espírito de Herodes” atuando em pleno século XXI. Entretanto, quando consideramos a mensagem pregada nestes redutos, percebe-se como os sermões estão desconectados da renúncia, do abandono do pecado, da vida de santidade e de separação do mundo e do andar na contra mão de tudo o que está estabelecido.

Sendo assim:

Não tem nada a ver, ser um pastor no 3º ou 4º casamento e ainda continuar à frente da Igreja;

Não tem nada a ver, frequentar uma “Balada da hora” e no outro dia com a cara lavada vir dirigir o grupo de louvor, demonstrando uma vida espiritual que jamais pensou em cultivar;

Não tem nada a ver, transformar a Igreja em uma grande discoteca com luz estroboscópica, lâmpadas coloridas e máquina de fumaça, tentando simular uma “Shekinah” que não vai se manifestar jamais nesses ambientes descomprometidos com a verdade;

Não tem nada a ver, ficar com todas as irmãzinhas que puder, desde que minha fama de “pegador” não seja abalada;

Não tem nada a ver, navegar na internet altas madrugadas em todas as cavernas e esgotos satânicos da pornografia e no outro dia estar ministrando na Igreja ou até mesmo participando da Ceia do Senhor;

Não tem nada a ver, Ser uma “Periguete Gospel” e cortejar o Pastor da Igreja com todas as minhas armas da sensualidade, erotismo “Jezabélico”, cinismo e falsa carência afetiva; vale mais cumprir minhas fantasias diabólicas secretas do que tudo o mais;

Não tem nada a ver, cobrar valores “astronômicos” para “pregar” ou “louvar”, arrancando tudo o que puder das Igrejas, afinal, os “gurus” da Teologia da Prosperidade afirmam que nós fomos chamados para nos fartar da gordura da terra e eu não posso perder essa “boquinha”;

Não tem nada a ver, fazer da minha Igreja uma “Capitania Hereditária”, uma grande teta e arranjar empregos e um “lugar ao sol” para toda a minha parentela, pois só estou garantindo que a fonte de minhas realizações financeiras não se seque;

Não tem nada a ver, fazer minha “Orgia de Gastança” comprando carrões, casa na praia, propriedades particulares, viagens para a Disney (Arrrrrrrrrrrrfff), cruzeiros, etc.. com os dízimos e ofertas dos fiéis e no final apresentar as notas fiscais em nome da Igreja, pois está escrito que o : “trabalhador é digno de seu salário”;

Não tem nada a ver, disciplinar, excluir ou até mesmo “Excomungar” todos os obreiros que não concordam com minhas práticas abomináveis e anti bíblicas na Igreja, pois: “Ai daquele que tocar no ungido do Senhor” e eu sou o Pastor Presidente, tenho esta prerrogativa;

Não tem nada a ver, ensinar somente mensagens de auto- ajuda, pois não conhecendo a Bíblia ninguém saberá que estou usurpando da Igreja e assim ficarei em paz;

Não tem nada a ver, ser um homossexual ou pedófilo não curado e assumir a liderança de departamentos na Igreja, afinal sou “fiel dizimista” e sei que o Pastor também não é curado em muitos pecados, se ele porventura me expuser eu jogo tudo no ventilador.

Enfim, se após o término da leitura deste artigo, você se sentir irado comigo por todas as situações expostas acima, respeito seu ponto de vista, mas tenho que lhe dizer uma verdade:

“O Céu não tem nada a ver com você.”

Volte para o Evangelho da Renúncia e da Porta Estreita, Jesus te ama e eu também.

Pr Armando Taranto Neto

Vi lá no:Hospital da Alma  Bem AQUI

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Pintamos o mundo com o que temos!


Se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo será luminoso;
 se, porém, os teus olhos forem maus,
todo o teu corpo estará em trevas. Mt 6: 22

O mundo será pintado com as tintas que temos disponível no coração

Por Irismar Oliveira
Você já parou para pensar que muitas vezes ao chegarmos em um determinado lugar e de primeira já temos uma opinião formada sobre as pessoas que ali estão e até descrevemos cada uma delas  com um titulo, fulano é isso e sicrano é aquilo, mas será que na realidade é isso mesmo? Será que o fulano é isso? Quantas oportunidade temos perdido por termos uma visão errada das pessoas, definimos cada uma como achamos e essa definição geralmente é baseada na nossa própria visão. Na maioria das vezes o problema não está nas pessoas mas em nós mesmo e o problema está na nossa visão e essa visão é baseada no que temos dentro de nós é o que somos na verdade. 

Leia essa historia e reflita como você tem pintado o seu mundo, seu local de trabalho, sua casa, lembre-se que sempre iremos ver os mundo pela nossa ótica e  ela é baseada de como estamos por dentro e não pelo que está fora. Se tu és briguento irá encontrar muitos por ai, se és fofoqueiro também.   Não esqueça: o exterior sempre reflete o que há no interior!!


A cor do seu mundo 

Um ancião descansava num banco de madeira à sombra de uma árvore, quando foi abordado pelo motorista de um automóvel: 

- Bom dia, meu amigo! 

- Bom dia! 

- O senhor mora aqui? 

- Sim, há muitos anos... 

- Estarei vindo de mudança para cá e gostaria de saber como é o povo daqui. 

- Deixe-me perguntar-lhe uma coisa primeiro, como são as pessoas lá da sua cidade? 

- Ah! De onde venho o povo é gente boa, fraterna. Fiz muitos amigos. Só estou saindo de lá por imperativos da profissão. 

- O senhor é um homem de sorte, meu filho. Esta cidade é exatamente igual a sua. Vai gostar daqui! 

O forasteiro agradeceu e partiu. Minutos depois apareceu outro motorista e tem a mesma conversa com o ancião. O ancião lançou-lhe a mesma pergunta:
- Como são as pessoas lá da sua cidade? 

- Horríveis! Povo orgulhoso, cheio de preconceitos, arrogante! Não fiz um único amigo naquele lugar! 



- Sinto muito, filho, você está sem sorte, pois aqui encontrará exatamente o mesmo ambiente. 

Um rapaz, que a tudo assistiu, não se conteve: 

- Senhor, não pude deixar de ouvir as duas conversas... Como pode responder à mesma pergunta com duas respostas tão diferentes uma da outra? 

- Nós vemos e julgamos o mundo a partir da nossa própria ótica, a partir do que nós mesmos somos. 

Uma pessoa fofoqueira, por exemplo, de imediato enxergará todos os fofoqueiros da cidade; uma pessoa agressiva, de imediato enxergará todos os agressivos deste lugar. 

O primeiro homem enxergará as pessoas boas e fraternas deste lugar; o outro, bem, enxergará os orgulhosos, os preconceituosos e os arrogantes. 

A cor do mundo, portanto, depende da nossa ótica. O exterior estará sempre refletindo o que levamos no interior.
( autor desconhecido)

Se percebe que em teu olhos ha trevas busca a Luz que vem do Senhor, ele é a nossa Salvação e a nossa luz!



Versículo para meditação
E graças a Deus, que sempre nos faz triunfar em Cristo, e por meio de nós manifesta em todo o lugar a fragrância do seu conhecimento. Porque para Deus somos o bom perfume de Cristo. 2 Corintios 2:14



domingo, 10 de junho de 2012

Afinal, o que está errado com a teologia da prosperidade?


Apesar de até o presente só ter melhorado a vida dos seus pregadores e fracassado em fazer o mesmo com a vida dos seus seguidores, a teologia da prosperidade continua a influenciar as igrejas evangélicas no Brasil.


Uma das razões pela qual os evangélicos têm dificuldade em perceber o que está errado com a teologia da prosperidade é que ela é diferente das heresias clássicas, aquelas defendidas pelos mórmons e "testemunhas de Jeová" sobre a pessoa de Cristo, por exemplo. A teologia da prosperidade é um tipo diferente de erro teológico. Ela não nega diretamente nenhuma das verdades fundamentais do Cristianismo. A questão é de ênfase. O problema não é o que a teologia da prosperidade diz, e sim o que ela não diz.

  • Ela está certa quando diz que Deus tem prazer em abençoar seus filhos com bênçãos materiais, mas erra quando deixa de dizer que qualquer bênção vinda de Deus é graça e não um direito que nós temos e que podemos revindicar ou exigir dele. 
  • Ela acerta quando diz que podemos pedir a Deus bênçãos materiais, mas erra quando deixa de dizer que Deus tem o direito de negá-las quando achar por bem, sem que isto seja por falta de fé ou fidelidade de nossa parte.
  • Ela acerta quando diz que devemos sempre declarar e confessar de maneira positiva que Deus é bom, justo e poderoso para nos dar tudo o que precisamos, mas erra quando deixa de dizer que estas declarações positivas não têm poder algum em si mesmas para fazer com que Deus nos abençoe materialmente.
  • Ela acerta quando diz que devemos dar o dízimo e ofertas, mas erra quando deixa de dizer que isto não obriga Deus a pagá-los de volta.
  • Ela acerta quando diz que Deus faz milagres e multiplica o azeite da viúva, mas erra quando deixa de dizer que nem sempre Deus está disposto, em sua sabedoria insondável, a fazer milagres para atender nossas necessidades, e que na maioria das vezes ele quer nos abençoar materialmente através do nosso trabalho duro, honesto e constante.
  • Ela acerta quando identifica os poderes malignos e demônicos por detrás da opressão humana, mas erra quando deixa de identificar outros fatores como a corrupção, a desonestidade, a ganância, a mentira e a injustiça, os quais se combatem, não com expulsão de demônios, mas com ações concretas no âmbito social, político e econômico.
  • Ela acerta quando diz que Deus costuma recompensar a fidelidade mas erra quando deixa de dizer que por vezes Deus permite que os fiéis sofram muito aqui neste mundo. 
  • Ela está certa quando diz que podemos pedir e orar e buscar prosperidade, mas erra quando deixa de dizer que um não de Deus a estas orações não significa que Ele está irado conosco. 
  • Ela acerta quando cita textos da Bíblia que ensinam que Deus recompensa com bênçãos materiais aqueles que o amam, mas erra quando deixa de mostrar aquelas outras passagens que registram o sofrimento, pobreza, dor, prisão e angústia dos servos fiéis de Deus.
  • Ela acerta quando destaca a importância e o poder da fé, mas erra quando deixa de dizer que o critério final para as respostas positivas de oração não é a fé do homem mas a vontade soberana de Deus.
  • Ela acerta quando nos encoraja a buscar uma vida melhor, mas erra quando deixa de dizer que a pobreza não é sinal de infidelidade e nem a riqueza é sinal de aprovação da parte de Deus. 
  • Ela acerta quando nos encoraja a buscar a Deus, mas erra quando induz os crentes a buscá-lo em primeiro lugar por aquelas coisas que a Bíblia constantemente considera como secundárias, passageiras e provisórias, como bens materiais e saúde. 

A teologia da prosperidade, à semelhança da teologia da libertação e do movimento de batalha espiritual, identifica um ponto biblicamente correto, abstrai-o do contexto maior das Escrituras e o utiliza como lente para reler toda a revelação, excluindo todas aquelas passagens que não se encaixam. Ao final, o que temos é uma religião tão diferente do Cristianismo bíblico que dificilmente poderia ser considerada como tal. Estou com saudades da época em que falso mestre era aquele que batia no portão da nossa casa para oferecer um exemplar do livro de Mórmon ou da Torre de Vigia...


Rev. Augustus Nicodemus Lopes

Vilá no: O Tempora, O Mores indicado por Dody Dolores

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quinta-feira, 7 de junho de 2012

“O CAMINHO É A SENHORA QUE FAZ”


Pastoral do boletim da Igreja Batista Central de Macapá, 10.6.12
                Domingo passado, findo o culto, o alarido habitual no gabinete pastoral. Entra gente, sai gente, crianças pegando o “bombons” (como chamam as balas doces, aqui no Amapá) e adultos batendo papo. Meacir estava preocupada com uma nova convertida, com filho de colo um pouco pesado, que mora a onze quadras da igreja e faria o percurso a pé, no calor macapaense. Perguntou a um casal motorizado se o caminho deles era o da nova crente. Pensou obter-lhe uma carona, já que iríamos a outro lugar. Algumas vezes a levamos, mas tínhamos outro itinerário.
A resposta da irmã consultada foi memorável: “O caminho é a senhora que faz!”. Fosse preciso levar alguém, o casal levaria, mesmo saindo de sua rota. Era só dizer qual era o caminho, que eles levariam a jovem mãe com o filho. Uma resposta tão simples, mas por trás dela, a compreensão de muitas verdades.
A primeira é que estamos na igreja para servir uns aos outros. Por que deixar uma jovem mãe levar um filho no colo sob o calor daqui, quando há tanta gente com carro? Sair de uma rota por quinhentos, seiscentos metros, não seria um prejuízo tão grande. Uma pessoa da igreja seria servida!
A segunda é que Deus nos dá recursos para que os usemos na sua obra. Muita gente põe um adesivo no carro: “Presente de Deus”. Nada nosso é presente de Deus. Tudo é dele, porque somos dele. E usamos para nós e para o serviço dele.
A terceira é a humildade da pessoa consultada. A consulta não soou um incômodo, mas como uma oportunidade de fazer alguma coisa, e com alegria se pôs à disposição. Faria o necessário. Com prazer.
A quarta é que o casal tem filhos. Não pensou que eles tinham que ir logo para casa, mas envolveu toda a família no serviço a alguém. Ensinou aos filhos que a vida cristã é utilidade.
Muita gente não entendeu a beleza da vida cristã e é apenas um membro de igreja com vida espiritual mais seca que bacalhau de mercado. Gente que quer receber e quer ser paparicada na igreja: “O caminho sou eu que faço”. Ou seja, as coisas devem convergir em sua direção para seu benefício. Lembro-me de um crente, numa igreja que pastoreei, que se sentava atrás de uma coluna, para eu não vê-lo, e na segunda-feira me ligava para saber se eu sentira sua falta. Pode uma coisa dessas?
“O caminho é a senhora que faz” foi uma das frases mais bonitas que ouvi como pastor. O que a irmã disse foi isto: “Diga-me o que eu devo fazer!”. Ela entendeu a vida cristã! Não porque obedeceu à minha esposa, mas porque viu na sua consulta a oportunidade de servir a alguém.
Falando nisto: quem é que faz seu caminho?
Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho
Vi lá no blog do Pr. Isaltino Gomes 

domingo, 3 de junho de 2012

A Paciência X Ira de Deus


Visitando um site o Vivendo pela Palavra, que aliás indico, achei essa verdade que muitos esquecem
Deus é amor, mas também é justiça!


A Paciência X Ira de Deus 


O maior milagre do mundo é a paciência e generosidade de Deus para com o mundo ingrato. Se um príncipe tem inimigos metidos numa de suas cidades, não lhes envia provisões, mas mantém sitiado o local e faz o que pode para vencê-los pela fome. Mas o grande Deus, que poderia levar todos os Seus inimigos à destruição num piscar de olhos, tolera-os e se empenha diariamente para sustentá-los. Aquele que faz o bem aos maus e ingratos, pode muito bem ordenar-nos que bendigamos os que nos maldizem. 

Não penseis, porém, que escapareis assim, pecadores; o moinho de Deus mói devagar, mas mói fino; quanto mais admirável é agora a Sua paciência e generosidade, mais terrível e insuportável será a fúria resultante dos abusos feitos à Sua bondade. Nada é mais brando do que o mar; contudo, quando se agita e forma temporal, nada se enfurece mais. Nada é tão suave como a paciência e bondade de Deus, e nada tão terrível como a Sua ira quando se inflama. - 

Por William Gurnall


quarta-feira, 28 de março de 2012

Amigas curam!

 Cheguei a esse post através de uma amiga virtual a Priscila Calegari,  apesar do texto não ser recente expressa o meu sentimento e hoje juntou com a saudade de minhas amigas que moram longe e que apesar da distância moram no meu coração.

Interessante descoberta : Um estudo publicado pela universidade de Los Angeles, Califórnia, indica que a amizade entre mulheres é verdadeiramente especial. Descobriu-se que as amigas contribuem para o fortalecimento da identidade e da proteção de nosso futuro. Constituem um remanso no meio do mundo real cheio de tempestades e de obstáculos.
As amigas ajudam encher os vazios emocionais de nossas relações com os homens e ajudam-nos recordar quem nós somos realmente. Após 50 anos das investigações, identificou-se que existem substâncias químicas produzidas pelo cérebro que ajudam a criar e manter os laços de amizades entre as mulheres.
Os pesquisadores, homens em sua maioria, foram surpreendidos com os resultados dos estudos. Quando o hormônio OXITOCINA é liberado como a parte da reação das mulheres ao stress , elas sentem a necessidade de proteger suas crianças e de agrupar-se com outras mulheres; quando acontece isso, uma quantidade ainda maior é produzida de oxitocina que reduz o stress agudo e causa um efeito tranqüilizante.
Estas reações não aparecem entre os membros do sexo masculino porque a testosterona que os homens produzem em quantidades elevadas, tende a neutralizar os efeitos da oxitocina; visto que os estrógenos femininos aumentam a produção deste hormônio. Depois de estudos repetidos, demonstrou-se que os laços emocionais existentes entre as mulheres que são amigas verdadeiras e leais, contribuem para uma redução dos riscos das doenças relacionadas à pressão arterial e ao colesterol. Acredita-se que esta pode ser uma das razões por que geralmente as mulheres vivem mais do que os homens. As mulheres que não estabelecem relações de amizade com outras mulheres, não mostram os mesmos resultados em sua saúde.
Assim, ter amigas ajuda-nos não só a viver mais, como também a viver melhor. O estudo sobre a saúde indica que quanto mais amigas têm uma mulher, maior é a probabilidade de que chegue à velhice sem problemas físicos e levando uma vida plena e saudável. Neste mesmo estudo observou-se como as mulheres superam os momentos críticos (como a morte do esposo ou dos pais) e percebeu-se também que as mulheres que podem confiar em suas amigas reagem às doenças sérias e recuperam-se em um lapso de tempo menor do que aquelas que não têm em quem confiar. O estudo concluiu que a amizade entre as mulheres constitui uma fonte de força, bem estar, alegria e saúde POR essa razão e por muito mais: VIVAM AS AMIGAS!!
QUERIDAS AMIGAS, POR ESTA E POR TANTAS OUTRA COISAS : OBRIGADA! ESPERO TÊ-LAS SEMPRE POR PERTO, ESPERO PODER DAR A VOCÊS TODO O CARINHO QUE TENHO RECEBIDO E MUITO MAIS!!!!

E se você mulher ainda não aprendeu a cultivar amizades verdadeiras, aí está um Grande Motivo para fazê-lo, conquiste amigas, muitas mulheres estão à sua volta esperando por um pouco de atenção e carinho e é dando que você vai receber, esta é a Receita de Jesus!

Tudo o que você quer que as pessoas te façam, faça você primeiramente a elas!!!! Mateus 7:12

  Raquel Moura
 

segunda-feira, 26 de março de 2012

Como podemos ter paz no vale

A verdadeira paz existe e pode ser experimentada! Essa paz não se encontra nas farmácias nem nos boutiques famosas. Não está nas agências bancárias nem nas casas de shows. Essa paz não é encontrada no fundo de uma garrafa nem numa noitada de aventuras. Essa paz está centralizada em Deus. Ela vem do céu. É sobrenatural. Como poderemos experimentar essa paz, ainda que cruzando os vales da vida?

Em primeiro lugar, conhecendo o Deus e Pai de toda consolação. Deus é a fonte de todo consolo. Quando ele nos permite passar pelo vale, é para fortalecer nossa fé e nos aperfeiçoar em santidade. Quando ele nos leva para o deserto, nossas experiências tornam-se ferramentas em suas mão para consolar outras pessoas. É Deus quem nos matricula na escola do deserto. O deserto é o ginásio de Deus, onde ele treina seus filhos e, equipa-os para grandes projetos. Quando somos consolados, aprendemos a ser consoladores. Alimentamo-nos da fonte consoladora e tornamo-nos canais dessa consolação para os aflitos. Não há paz fora de Deus. Não há descanso para a alma senão quando nos voltamos para Deus. Não há consolo para o coração aflito fora de Deus, pois só ele é o Deus e Pai de toda consolação, que nos consola em toda a nossa angústia, para consolarmos outros, com a mesma consolação com que somos consolados.

Em segundo lugar, conhecendo a Jesus, a verdadeira paz. A paz não é ausência de problema, é confiança no meio da tempestade. A paz é o triunfo da fé sobre a ansiedade. É a confiança plena de que Deus está no controle da situação, mesmo que as rédeas da nossa história não estejam em nossas mãos. A paz não é um porto seguro onde se chega, mas a maneira como navegamos no mar revolto da vida. A paz não é apenas um sentimento, mas sobretudo, uma pessoa, uma pessoa divina. Nossa paz é Jesus. Por meio de Cristo temos paz com Deus, pois nele fomos reconciliados com Deus. Em Cristo nós temos a paz de Deus, a paz que excede todo o entendimento. Paz com Deus tem a ver com relacionamento. Paz de Deus tem a ver com sentimento. A paz de Deus é resultado da paz com Deus. Quando nosso relacionamento está certo com Deus, então, experimentamos a paz de Deus. Essa paz coexiste com a dor, é misturada com as lágrimas e sobrevive diante da morte. Essa é a paz que excede todo o entendimento. Essa paz o mundo não conhece, não pode dar nem pode tirar. Essa é a paz vinda do céu, a paz que emana do trono de Deus, fruto do Espírito Santo. Você conhece essa paz? Já desfruta dessa paz? Tem sido inundado por ela? Essa paz está à sua disposição agora mesmo. É só entregar-se ao Senhor Jesus!

E terceiro lugar, conhecendo o Espírito Santo como o nosso consolador. A vida é uma jornada cheia de tempestades. É uma viagem por mares revoltos. Nessa aventura singramos as águas turbulentas do mar da vida, cruzamos desertos tórridos, subimos montanhas íngremes, descemos vales escuros e atravessamos pinguelas estreitas. São muitos os perigos, enormes as aflições, dramáticos os problemas que enfrentamos nessa caminhada. A vida não é indolor. Mas, nessa estrada juncada de espinhos não caminhamos sozinhos. Temos um consolador. Jesus, nosso Redentor, morreu na cruz pelos nossos pecados e ressuscitou para a nossa justificação. Venceu o diabo e desbaratou o inferno. Triunfou sobre a morte e deu-nos vitória sobre o pecado. Voltou ao céu e enviou o Espírito Santo para estar para sempre conosco. Ele é o Espírito de Cristo, que veio para exaltar o Filho de Deus. Ele é o Espírito da verdade, que veio para nos ensinar e nos fazer lembrar tudo o que Cristo nos ensinou. Ele é o outro consolador, aquele que nos refrigera a alma, nos alegra o coração e nos faz cantar mesmo no vale do sofrimento. O consolo não vem de dentro, vem de cima. Não vem do homem, vem de Deus. Não vem da terra, vem do céu. Não é resultado de autoajuda, mas da ajuda do alto!


Rev. Hernandes Dias Lopes


terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

O tempo e as jaboticabas

Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora. Tenho mais passado do que futuro.

Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ele chupou displicente mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço...

Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.

Já não tenho tempo para conversas intermináveis. Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas que, apesar da idade cronológica, são imaturas.

Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral. As pessoas não debatem conteúdos apenas os rótulos. Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos quero a essência, minha alma tem pressa.

Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora e não foge de sua mortalidade.

Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade. O essencial faz a vida valer a pena e para mim basta o essencial.

Rubem Alves