Livro: Infinito + Um
Autor: Amy Harmon
336 páginas
3 estrelas
Sinopse:
Bonnie
Rae Shelby é uma estrela da música. Ela é rica, linda e
incrivelmente famosa. E quer morrer.
Finn
Clyde é um zé-ninguém. Ele é sensível, brilhante e absurdamente
cínico. E tudo o que ele quer é uma chance na vida.
Estranhas
circunstâncias juntam o garoto que quer esquecer o passado e a
garota que não consegue enfrentar o futuro. Tendo o mundo contra
eles, esses dois jovens, tão diferentes um do outro, embarcam numa
viagem alucinante que não só vai mudar a vida de ambos, como pode
até lhes custar a vida.
Infinito
+ um é uma história sobre fama e fortuna, sobre privilégios e
injustiças, sobre encontrar um amigo por trás da máscara de um
estranho — e sobre descobrir o amor nos lugares mais inusitados.
Do jeito que prefiro, descobri
a pouco tempo, narrado na primeira pessoa, pela Bonnie, mas também
para minha surpresa, na terceira pessoa. Interessante como a autora
usou a terceira para nos falar sobre Clyde. Pois é, reparou né?
Bonnie & Clyde.
A história começa com um
drama meio tenso. Amy Harmon foi experta e esperta, no início.
Depois desse início a história começa se desenrolar de forma
tranquila e envolvente. Apesar de ter uns momentos massantes, coisas
para encher página e que não acrescenta nada, mas deixei passar.
Bonnie e Clyde não têm
absolutamente nada em comum, ela inclusive parece meio “desnorteada”,
o que vem na cabeça fala, não tem um filtro, o que pode ser
constrangedor algumas vezes e nos faz rir. É gostoso o momento em
que os dois vão se abrindo, se entregando as semelhanças que vão
surgindo no meio das diferenças entre eles; o que parecia ser
“diferença”, só cobria as semelhanças.
São dois jovens que
conheceram, sendo que ela está fugindo de algumas coisas e ele a
procura de outras, simples até, mas a mídia faz uma “bagunça
distorcida” que vai complicando a vida dos dois. O que fazem com
Clyde é de cortar o coração.
![]() |
Kurt Cobain |
O que eu não gostei mesmo foi
o tal do “amor” com uma semana depois de se conhecerem, atração
tudo bem, afinal Clyde é parecido com Kurt Cobain, que para meu
gosto, era lindo (ulalá!). Até a velha aqui se sentiria atraída
por ele, bem, pensando bem, em um dia só eu já estaria apaixonada
hehehehehe… então, esquece o que eu disse!
Uma história bonitinha para
distrair, nada profundo, nem emocionante demais. Mas uma distração
gostosinha. Um livro para meninas românticas.
Bjoo
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