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Livro: Flor de Minas
Autor: Marina Carvalho
255 páginas
2 estrelas
Sinopse
Se é verdade que cada um de nós já nasce com seu destino traçado, minha convicção é de que o meu é uma folha de papel em branco.
Isabel Rodrigues é uma moça à frente de seu tempo. E, como dizem as línguas ferinas, deu trabalho até para nascer.
Destemida, a jovem veio ao mundo para mostrar que também merece ser ouvida, pois tem muito a dizer. Mas ela nasceu mulher.
Enquanto suas irmãs se ocupam dos afazeres domésticos e de tarefas consideradas mais “femininas”, Isabel quer ser como o irmão: deseja expor suas ideias, ler grandes pensadores e conhecer mais do mundo. Para contornar a situação, é necessário um pouco de coragem — ou talvez nenhum juízo — e muita indignação com as mazelas da vida para escrever publicamente sobre isso.
E assim desabrocha o pseudônimo Flor de Minas, que, apesar de ser uma flor, é, na verdade, uma pedra no sapato da sociedade e tão espinhenta quanto um cacto.
Achei o livro chato. Sem problemas com a escrita, mas o desenvolvimento e o assunto abordado não poderiam ser menos interessantes para mim. Talvez não seja o momento, o meu humor, o clima… vai saber! Mas, a meu favor, eu o li todinho. Ufa!
A protagonista é chata, gosta de política e só isso é importante. Além disso, faz umas coisas perigosas sem pensar muito nas consequências. Os acontecimentos que dão base à história foram descritos de forma desinteressante para mim, ou seja, não conseguiram me prender nem me envolver. Meu relacionamento com esse livro foi: “Não é você, meu bem, sou eu que não presto!”
Coragem e inconsequência são faces da mesma moeda — a moeda sendo Isabel. Tanto é que suas atitudes geraram perigo para quem não estava envolvido em suas ações. Resumindo: não gostei de Isabel do início ao fim; o romance foi água de batata; quanto ao fato histórico, não percebi se houve uma pesquisa profunda e, sinceramente, não senti vontade de confirmar fazendo minhas próprias pesquisas, como costumo fazer.
E foi isso.
Bjoo.


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