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domingo, 14 de junho de 2026

Morte no Internato


 

105

Livro: Morte no Internato

Autor: Lucinda Riley

507 páginas

5 estrelas




Sinopse

A morte repentina de um estudante na Escola St. Stephen – um internato na região mais remota de Norfolk – é um acontecimento chocante que seu diretor faz questão de encarar apenas como um acidente infeliz.

Porém, a polícia local não descarta a possibilidade de um crime, e o caso traz de volta à ativa a inspetora Jazmine Hunter. Jazz se afastou da carreira policial em Londres, mas, relutante, concorda em participar da investigação como um favor a seu antigo chefe.

Ao analisar os detalhes da morte de Charlie Cavendish, ela descobre que o garoto fazia bullying com diversos alunos e que alguns tiveram o motivo e a oportunidade de trocar os comprimidos que ele tomava diariamente para controlar a epilepsia.

Para complicar a investigação, outro estudante some e um respeitado acadêmico morre na St. Stephen. Os novos acontecimentos trazem pistas importantes para o caso, mas, quando um dos suspeitos desaparece, Jazz se vê ainda mais enredada em mistérios.

Precisando enfrentar seus demônios pessoais, a inspetora percebe que aquela investigação é a mais desafiadora de sua carreira. O internato esconde segredos mais sombrios do que Jazz jamais poderia ter imaginado… 


Esse livro me prendeu do início ao fim. Gostei da escrita e da narrativa, de como a autora nos faz entrar em um labirinto cheio de incógnitas. Deduzimos algumas coisas, outras não. É uma leitura para quem gosta de investigação; aqui, nada tem descoberta mágica ou coincidências divinas, tudo tem seu tempo e sua justificativa. E fazia tempo que eu não encontrava uma protagonista tão boa assim.

A inspetora Jazmine Hunter estava à frente de uma investigação sobre a morte de um estudante no internato St. Stephen. À primeira vista, parecia ter sido um acidente, mas Jazz resolveu investigar mais um pouco, pois tinha suas suspeitas.

No entanto, outras mortes aconteceram, não necessariamente no internato, mas Jazz desconfiava de que havia muito mais do que aparentava. E assim, acompanhamos Jazz em sua investigação, levantando suspeitas e achando que já entendemos tudo, até descobrirmos que não era bem isso — era outra coisa. Foi assim durante todo o percurso, mas Jazz permanece firme em seu caminho, porque sua intuição é sua direção.

Amei o desfecho de tudo — e digo tudo porque não foi somente o caso da morte do estudante que foi resolvido; outras pontas soltas que surgiram foram amarradas.

E foi isso.

Bjoo.


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