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quarta-feira, 17 de junho de 2026

Teia de Mentiras


 


107

Livro: Teia de Mentiras

Autor: Charlie Donlea

398 páginas

5 estrelas




Sinopse

MISTÉRIOS ENTRELAÇADOS. UMA CONFISSÃO PERTUBADORA. UMA DESCOBERTA LETAL.

Há uma década, Callie Jones, uma estrela promissora do vôlei escolar, desapareceu sem deixar rastros, mobilizando todos os habitantes da pequena cidade onde morava. O caso esfriou e todos tentaram seguir com suas vidas, mas, passados alguns anos, lamentos e rumores ainda ecoam nos cantos das ruas.

Agora, Ethan Hall, ex-detetive que trocou as investigações criminais pelo pronto-socorro para fugir das tristes lembranças do passado, é arrastado de volta às sombras que jurou deixar para trás. Atormentado por memórias que nunca o abandonam, ele recebe um apelo desesperado de um velho amigo, o detetive que investigou o caso de Callie, agora à beira da morte. O pedido? Dar à família uma resposta definitiva sobre o que aconteceu com a garota.

A busca de Ethan logo vira notícia, reacende velhas feridas e surge como uma fagulha de esperança. Mas todas as pistas se contradizem, e segredos do próprio passado de Ethan começam a emergir. O novo plano para essa investigação vem de uma fonte inesperada...

O assassino do pai de Ethan surge com pistas. E, nesse momento, tudo se conecta em um mistério sombrio e perigoso. O que aconteceu com Callie Jones? A verdade está no centro de uma teia de mentiras, onde cada passo de Ethan ameaça desmoronar não apenas o caso, mas sua própria sanidade.

Neste jogo mortal de gato e rato, desvendar o segredo pode revelar um horror muito pior do que o vazio deixado por aquele desaparecimento.

UM CASO SEPULTADO NO PASSADO EMERGE COM SEGREDOS SOMBRIOS, CAPAZES DE DESTRUIR O PRESENTE EM UMA INTRINCADA TEIA DE MENTIRAS.


A história inicia despretensiosa, até que somos fisgados e passamos a prestar mais atenção, devido à narrativa. Nem todos os acontecimentos narrados estão no presente; ou seja, não é uma história linear, o que ajuda na construção do contexto, não de imediato, mas como um quebra-cabeça.

Gosto da escrita de Charlie Donlea: é simples, fluida e de fácil entendimento, ao mesmo tempo em que envolvente.

Ethan havia deixado seu trabalho de investigação para trás e se formado em medicina; assim, ele acreditava poder salvar mais vidas. Isso até que seu amigo e ex-parceiro, antes de morrer, fez um pedido: revisar o caso de Callie, uma garota desaparecida há 10 anos. Esse pedido ainda teve o reforço do governador, pai de Callie.

Assim começa a saga de Ethan. No entanto, a pista mais forte que ele tinha vinha de um prisioneiro que ele odiava: o assassino de seu pai.

E tenho minhas queixas: o livro é cheio de capítulos pequenos — muitos mesmo — e isso só atrapalha. No final, então, é ainda pior, pois o desfecho vem em conta-gotas. Essa foi a sensação. Que agonia, eu queria gritar!

E foi isso.

Bjoo.


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