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Livro: O Primeiro Filho do Gelo: Os Senhores de Dascre
Autor: Gabriel Fachada
344 páginas
4 estrelas
Sinopse
Após ter sua família assassinada e sua cidade destruída, Robert parte de sua terra natal em busca de vingança. Em sua jornada, ele ingressa na Ordem dos Guardiões, a elite de guerreiros do Império Accipiter, em busca do treinamento necessário para enfrentar o Dragão Branco - a criatura que dizimou seu lar. Ao lado de outros jovens, Robert embarca em missões mortais, enfrentando piratas, rebeldes e um dragão, apenas para descobrir que sua verdadeira batalha vai muito além de sua sede de vingança.
Enquanto isso, no coração do império, Draco, o príncipe herdeiro, precisa lidar com o ressurgimento de ameaças antigas e o nascimento de novos inimigos, com a autoridade da casa Accipiter sob o continente de Dascre em risco. Em um cenário onde passado e presente se entrelaçam, cavaleiros, guerreiros e assassinos colidem em uma batalha que poderá decidir o destino do continente.
Os Senhores de Dascre: O Primeiro Filho do Gelo é uma jornada épica repleta de aventura, traição e batalhas lendárias, ideal para fás de fantasia medieval.
Nessa história, a ação é constante. Batalhas, conflitos políticos, vingança, traição e conspiração movem a trama. Se você quer um livro para relaxar, aconselho a escolher outro; este aqui não dá descanso ao leitor.
A Ordem dos Guardiões é uma elite de guerreiros do Império Accipiter. O esquadrão Cabeça de Lobo, formado por dez jovens e liderado por Robert, ganha destaque no início da história, mas há outros esquadrões, personagens e muitas coisas acontecendo.
Também há o príncipe Draco, sobre quem, sinceramente, fiquei meio confusa. E, como disse, há uma conspiração contra o Imperador e sua família. E, para “melhorar”, entra em cena a lei de Murphy, pois surge um terrível Dragão Branco que come guerreiros no café da manhã.
Mas terrível mesmo é que, quando o Dragão Branco aparece e dá um novo destino à história e à vida de Robert, o livro acaba. Pois é, sabe de outra coisa ruim? Eu nem sabia que havia — ou haveria — uma continuação. É para acabar com o meu coração.
E foi isso.
Bjoo.


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