Páginas

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

O Massacre da Família Hope


 


7

Livro: O Massacre da Família Hope

Autor: Riley Sager

432 páginas

4,5 estrelas




Sinopse

Em 1929, um crime bárbaro chocou o estado do Maine: a abastada família Hope foi brutalmente assassinada, restando apenas a filha mais velha, Lenora, que acabou se tornando a principal suspeita. Apesar de todos acreditarem que a garota foi a responsável pelo massacre, a polícia jamais encontrou provas disso. Daquele dia em diante, Lenora nunca mais falou sobre aquela noite e permaneceu isolada em Hope’s End, a famosa mansão onde o crime ocorreu.

Décadas depois, quando a única lembrança do crime é apenas uma perturbadora cantiga infantil, Kit McDeere é designada como cuidadora de Lenora Hope, após a fuga da antiga enfermeira. Aos setenta anos e confinada a uma cadeira de rodas, Lenora perdeu a capacidade de falar, devido a uma série de derrames, e só consegue se comunicar com Kit datilografando frases em uma velha máquina de escrever. Até que, uma noite, Lenora escreve uma frase inesperada: - eu quero te contar tudo

À medida que Kit ajuda Lenora a escrever sobre os eventos que levaram ao massacre da família Hope, fica claro que a história é mais complexa do que as pessoas imaginam. Mas quando a cuidadora descobre os detalhes que provocaram a fuga da antiga enfermeira, ela começa a suspeitar que talvez Lenora não esteja dizendo toda a verdade — e que a senhora aparentemente inofensiva sob seus cuidados pode ser muito mais perigosa do que ela pensava.



Gostei da escrita e de como foi escrita, embora pareça tudo ser uma enrolação, prende a atenção e tem motivo. A medida que a história se desenvolve, a conta-gotas, uma coisa é revelada e outra permanece velada, e assim, sucessivamente.

Kit é uma cuidadora de idosos, depois de “perder” uma paciente e sofrer um afastamento por seis meses, ela está doida para sair de casa e ficar longe do pai, sendo assim ela aceita ser cuidadora de Lenora, uma senhora que foi acusada de matar toda sua família, só não foi presa por falta de prova.

Muito embora Lenora esteja em uma cadeira de rodas, não fale e não tenha muita mobilidade, ela ainda digita em uma máquina de escrever, com a mão que ainda funciona. E ela está disposta a contar tudo. E em consequência disso, situações que trazem perigo começam a surgir.

E foi isso.

Bjoo.


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Comente, sim, comente!