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Livro: Pecados Intensos - After Wedding #3
Autor: Islay Rodrigues
291 páginas
3 estrelas
Sinopse
Nunca confie nas palavras doces que saem pela boca de um conde.
Depois de se envolver em um escândalo amoroso com um nobre, Josephne York se vê obrigada a abandonar Londres e viver em exílio na França. Lá, ela dá a luz ao seu primogênito e tenta criar o filho passando por cima de todas as regras rígidas da sociedade. Sobrevivendo com o preconceito por ser uma mãe solteira, e tentando conviver com a dor de ter sido enganada.
Na busca por um refúgio, ela descobre um talento único para pintura, e em uma tarde enquando pintava uma rosa no Jardim de Luxemburgo, Pierre Lamont, um bonito investidor francês, se interessa por seus quadros, fazendo a primeira exposição da jovem e tornando ela famosa no curto período de dois anos.
Josephne permanece em Paris. Agora com uma carreira prestigiada e erguendo sua reputação do zero. Até que um dia, uma oferta tentadora de emprego surge. O famoso duque de Legrand, um famigerado colecionador de obras raras, propõe que a jovem pintora volte para Londres para pintar uma de suas propriedades. O castelo de Hallmere.
Convencida de que já tinha superado suas desilusões do passado, Josephne embarca rumo a Londres levando consigo uma carreira prestigiosa e o filho de três anos. O que ela não imaginava era que o pai da criança, o cruel conde de Haddington, o mesmo que tinha despedaçado seu coração, fosse querer recuperar o tempo perdido.
Esse foi mais fácil de classificar, porque a autora começou a história atropelando tudo. Para ser sincera, essa série merecia ser um livro só, daria muito mais certo. A autora tem certa dificuldade nas divisões dos livros. Lembrando que isso é um achismo meu. Mesmo assim, gostei de ler.
Josephne se apaixona por Thomas, o conde de Haddington. Nem eu e nem ninguém consegue entender como ela conseguiu tal proeza, a autora diz que foram seus olhos, mas… eu digo que há gosto pra tudo.
O tal conde é tão canalha que engravida Josephne e recusa a se casar, e em frente a testemunhas até duvida que o filho é dele. Depois dessa humilhação ela se refugia em Paris, onde tem seu filho e vira uma artista, fazendo sucesso com suas pinturas. O que não quer dizer que ela não aofreu.
Aceitando o convite de um duque para desenhar sua mansão em Londres, ela retorna. E todo o seu passado volta mais rápido do que ela estava preparada.
Com o desenvolvimento da história a gente descobre que o conde sempre foi apaixonado Josephne, mas era vaquinha de presépio* de sua mãe (*que concorda e faz tudo). E ele tem que trabalhar muito (talvez nem tanto) para conquistá-la.
Eu, no meu parco saber, achei que essa história precisava ser melhor trabalhada. Nós não conhecemos o conde que lemos nos livros anteriores. Não vimos o processo de mudança dele. Só conhecemos o conde já “regenerado”. Ahh, bem que podia ter sido narrado pelos dois a história!
E foi isso.
Bjoo.


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