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Livro: Perfeitamente Proibido
Autor: T. M. Kechichian
567 páginas
1 estrela
Sinopse
AGE GAP - SLOW BURN - ROMANCE PROIBIDO
Uma vez me disseram que o destino gosta de brincar com as pessoas, mas nunca levei estas palavras a sério.
Até que ele resolveu brincar comigo.
Eu só queria curtir a minha recém-solteirice, depois de descobrir que fui traída, e aproveitei que estava em outro país para me aventurar.
Eu não estava atrás de um cara da minha idade. E, sim, de um homem de verdade.
Que me fizesse esquecer o meu próprio nome.
E eu encontrei.
Ele era lindo, gostoso e bem mais velho do que eu — só não sabia o quanto —, então, em um clique de ousadia, fiz a proposta: “não quero saber o seu nome, nem de onde você é...”
Resultado: tive a melhor noite da minha vida. Mas com ela vieram as descobertas.
Aquele homem não era um desconhecido qualquer e eu o veria muitas vezes depois.
Não como o desconhecido de Londres, mas como o candidato ao senado, Alek Hartnett, o rival político do meu pai.
Mas se fosse só isso…
Eu sou uma velha muito inocente, imaginei uma história totalmente diferente. Eu sei que tem uns velhos hoje em dia, que misericórdia!, mas 24 anos de diferença e ela tendo 20… foi quase difícil aceitar. Só que difícil mesmo foi engolir as coincidências, o destino, a conspiração das estrelas e sei lá mais o quê hehehehehe… Esse livro tinha que se chamar “O Cúmulo das Coincidências”.
Angelina estava em Londres quando teve seu coração partido, ela foi traída. Para afogar as mágoas e se vingar, procurou um “coroa” para uma aventura de uma noite só. Depois de muito sexo com tapas, beliscões, mordidas, asfixia e ficar toda roxa, ela volta aos Estados Unidos, onde descobre que o “coroa” é um candidato ao senado, adversário de seu pai e de quebra, é pai do namorado traidor. E como disse o ex-namorado: isso é nojento!
Outra coisa difícil foi a quantidade de cenas de sexo. A leitura foi rápida, porque pulei todas. Uma ceninha aqui outra ali, até vai, mas aqui… foi excesso.
A única coisa que gostei foi a cena bônus, que corrobora o ditado: o mordomo é sempre o culpado.
E foi isso.
Bjoo.


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