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Livro: A Morte Como Presente
Autor: Jefferson Freire
198 páginas
5 estrelas
#mli2024
Sinopse
O jovem e promissor investigador Max Palupa, de tradicional família policial, é surpreendido ao ser transferido para a pacata cidade de Cidadela.
Anos após sua chegada, uma série de crimes ameaça a paz do local e obriga Max Palupa a buscar, sem recursos e sem grande experiência, a motivação dos assassinatos e o assassino. À medida que os crimes ocorrem, Max se vê num dilema entre o dever de prender o assassino e a incerteza de sua capacidade para tanto, sendo provado e questionado por cidadãos da cidade.
Os crimes mantém uma característica peculiar e o mistério cresce a cada página, onde os enigmas do assassino e da motivação dos crimes parecem impossíveis de serem desvendados. O desafio do policial Max Palupa é proteger sua família, sua cidade e provar sua competência, mantendo a reputação familiar na corporação policial.
Uma leitura que não dá para parar. É como uma onda, parece uma coisa simples e vai se avolumando. Mas… sempre o mas, eu achei o investigador fraco. Eu já estava aqui desse lado montando um painel com as vítimas e esperando o investigador fazer um perfil de assassino hehehe... Passei raiva. No entanto, eu gostei muito.
O investigador Max Palupa foi transferido para Cidadela, um lugar longe de tudo, e assim teve seus sonhos de crescer na polícia adiado. Passou anos tentando transferência, até que conheceu alguém, casou, teve um filho e resolveu se aquietar.
Cidadela era uma cidade pacata, sem crime, sem nada, até que começou a surgir uma série de crimes, que tirou a paz de Max e do leitor. Uma corrida constante para descobrir o assassino antes da próxima vítima. Queimei meus poucos neurônios e fiquei pra lá de tensa no final, se eu roesse unhas, perderia até os dedos. Recomendo.
E foi isso.
Bjoo.
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