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sábado, 13 de julho de 2024

Outra Volta do Parafuso


 

075

Livro: Outra Volta do Parafuso

Autor: Henry James

200 páginas

3 estrelas

#mli2024 




Sinopse


A outra volta do parafuso conta a história da jovem filha de um pároco que, iniciando-se na carreira de professora, aceita mudar-se para a propriedade de Bly, em Essex, arredores de Londres. Seu patrão é tio e tutor de duas crianças, Flora e Miles, cujos pais morreram na Índia, e deseja que a narradora (que não é nomeada) seja a governanta da casa de Bly. Ao chegar a Essex, a jovem logo percebe que duas aparições, atribuídas a antigos criados já mortos, assombram a casa. O triunfo íntimo da protagonista, mais que desvendar o mistério de Bly, consiste em vencer o silêncio imposto pela diferença de condição social entre ela e seus pequenos alunos.

Esta novela de terror narra estranhos episódios ocorridos em uma casa de campo inglesa, onde duas crianças vivem com sua governanta e uma empregada. Numa estrutura narrativa brilhante, Henry James deixa a critério do leitor decidir se está diante de uma verdadeira história de fantasmas ou do fruto da alucinação da governanta.



Uma leitura sofrida, porque a escrita não é fácil, a primeira publicação foi em 1898, então exige um pouco mais de atenção. A narradora da história também fala de suas sensações, sentimentos, pensamentos a medida em que narra, mas nada conclusivo. Isso torna tudo cansativo, é como andar no mesmo lugar. Mas a sempre a sensação de que há algo errado.

Uma professora foi contratada para cuidar duas crianças, uma menina e um menino, 8 e 10 anos, as quais o tio, responsável, não queria ser incomodado com nenhuma informação sobre eles e sobre nada. Sendo que o menino foi expulso da escola.

Além dessa situação, há a aparição de pessoas que já morreram, e a professora vê pela mansão, e desconfia que as crianças também veem. Agora, o menino é mais assustador que as aparições, além de muita coisa estranha que ocorre naquela casa.

Se não fosse o palavreado de 1800, acho que eu gostaria mais. O final eu fiquei olhando meio que admirada, não esperei, e ainda não acreditei. Acho que terror não é minha “praia”.

E foi isso.

Bjoo.


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