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Livro: A Baronesa Descalça
Autor: Chiara Ciodarot
422 páginas
3,5 estrelas
Sinopse
Vale do Paraíba, 1873. Saraus, bailes, rapazes, cavalgar e defender a abolição da escravatura, são estes os gostos da bela Amaia. Mas tudo parece perder sentido quando seus pais morrem e deixam nas suas mãos uma fazenda de café e um testamento que a impede de alforriar os escravos.
Sem saber como administrar uma fazenda e se afundando em dívidas, ela encontra apenas uma solução: se casar. Todo e qualquer solteiro ou viúvo se torna um pretendente em potencial. Ou quase todo.
Eduardo Montenegro não é pretendente para moça de família. Fundador do Clube dos Devassos, o misterioso Montenegro não pretende se casar, mas isso não o impede tentar levar Amaia para cama. Enquanto tenta manter a sua integridade física e emocional, Amaia arruma um pretendente inesperado. Será que ela vai conseguir levar adiante o seu plano de salvar a fazenda e os escravos, ou será que a sua atração por Montenegro será maior? O famoso devasso acabará seduzido pelos encantos da charmosa abolicionista e a pedirá em casamento antes que ela se case com outro?
No entre-lugar do romance de época e do romance histórico, A Baronesa Descalça é um livro em que o romance e a História se mesclam na figura dos protagonistas abolicionistas.
A Baronesa Descalça é o primeiro livro da Coleção O Clube dos Devassos – e foi revisado e atualizado, com cenas extras e notas históricas de rodapé.
É o tipo de leitura que não rende, é uma escrita prolixa. No entanto, a história boa e se passa no Brasil, coisa que gostei. Eu gostei do pano de fundo, a escravidão, trazendo a certo mistério, suspense e ação. E nota-se que foi feita uma boa pesquisa.
Amaia perdeu os pais e caiu sobre seus ombros, como herança, a responsabilidade de uma fazenda, escravos, dívidas e mais dívidas. Logo sobre ela que sempre foi uma mimada deslumbrada, seu hobby era flertar e conquistar a todos. E isso sempre causou raiva e inveja a sua irmã mais nova. Até agora eu não descobri se ela era inteligente, sua personalidade é um tanto confusa.
Montenegro é daqueles homens que dizem que não quer se casar, e nem quando se apaixonou por Amaia ele quis casar. O que foi um embate entre os dois. Ele só a queria como amante, e nada mais.
Mas como tudo sempre pode piorar… Amaia enfrenta acontecimentos sinistros, querem acabar com sua fazenda, fora os assediadores. “Pelamor”! Coitada da mulher, ser bonita gera perigo constante.
Acho que eu gostaria mais se a escrita fosse menos prolixa e mais clara. Eu gostei da história em um todo, mas não consegui me apegar aos personagens, acho que eles não são carismáticos. Sei lá!
E foi isso.
Bjoo.


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