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Livro: A Empregada
Autor: Freida McFadden
304 páginas
4 estrelas
Sinopse
Todos os dias, Millie limpa a casa de Nina e Andrew Winchester de cima a baixo. Pega a filha deles na escola. Prepara refeições deliciosas para a família toda antes de poder se recolher e enfim comer o próprio jantar, sozinha em seu quarto minúsculo e claustrofóbico no sótão.
Quando Nina passa a sujar todos os cômodos de propósito só para assisti-la limpar, Millie tenta não perder a cabeça. Quando ela conta mentiras perturbadoras sobre a própria filha e tortura psicologicamente o marido, que parece mais e mais fragilizado, Millie tenta ignorar.
Afinal, com seu passado problemático, ela tem mais é que agradecer por ter conseguido esse emprego.
No entanto, ao olhar bem dentro dos lindos e doces olhos de Andrew e ver o sofrimento contido neles, Millie não consegue deixar de imaginar como seria ter a vida de Nina. O closet cheio de roupas, o carro elegante, o marido perfeito.
Logo os Winchesters vão descobrir que não fazem a menor ideia de quem Millie é de verdade. Nem do que ela é capaz de fazer…
Uma história onde aparentemente não tem um personagem normal. E a história narrada com capítulo curtos demais, acho isso muito ruim, parece uma história dando saltinhos sem sair do lugar. Bastava ponto, parágrafo.
Millie, uma ex-presidiária, consegue o serviço de empregada na casa da família Winchester, composta por um casal com uma filha, onde todos são estranhos de alguma forma. E a própria Millie é um tanto inconveniente.
Achei cansativo toda esquisitice da patroa da Millie, a Nina. Não sei se é tão fácil de aceitar os acontecimentos. Mas a verdade, de repente, pode não ser tão verdade assim.
“Aqui tudo é um meio para um fim.”
Quanto ao final, bem, a saída foi uma coincidência sem vergonha. No entanto, eu gostei da leitura, foi uma boa distração.
E foi isso.
Bjoo.


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