260/200
Livro:
Uma Aposta Perversa
Autor:
Emma Wildes
359
páginas
4
estrelas
Sinopse:
Não
se fala noutra coisa na cidade. Num momento menos sóbrio, os dois
mais famosos libertinos de Londres - o conde de Manderville e o duque
de Rothay - fazem uma aposta muito publicitada para decidirem qual
deles é o melhor amante. Mas que mulher que reúna beleza,
inteligência e discernimento concordará em ir para a cama com ambos
os homens e declarar qual deles é mais competente a satisfazer os
seus desejos mais profundos?
Lady
Caroline Wynn é a última mulher que alguém esperaria que se
oferecesse. Uma viúva respeitável com uma reputação de gelo, lady
Caroline mantém-se firmemente fora do mercado de casamento. Pode não
desejar outro marido, mas o seu breve casamento deixou-a com algumas
perguntas escandalosas sobre o ato de fazer amor.
Se
o conde e o duque concordarem em manter secreta a identidade dela,
lady Wynn decidirá qual dos dois detém a maior maestria entre os
lençóis. Mas, para surpresa de todos, o que começa como uma
proposta indelicada transforma-se numa espantosa lição de amor
eterno....
Parece
um livro escrito por uma lesma velha, sério. A autora se arrasta na
história, que tem um argumento muito bom. Lógico que a gente já
sabe quais casais serão formados, e foi de forma diferente e legal,
mas como foi escrita… foi muito cansativo. A autora falou demais,
demais.
Depois
de uma bebedeira devido a uma dor de “cotovelo”, o conde de
Manderville propõe um desafio a seu amigo duque de Rothay, outro
libertino: qual dos dois é melhor amante. Detalhe, os dois são os
mais lindos seres existentes na face da terra e sempre metidos em
escândalos. O que torna melhor ainda a queda deles ao amor.
E
para surpresa dos dois, a linda viúva lady Wynn aceita ser a juíza,
e ela lá tinha seus motivos. E o primeiro a provar seus dotes é o
duque Rothay, que depois de uma semana no campo com a viúva,
“sucumbe na armadilha do amor” (ai que coisa brega, mas combina
vai! Hehehehehe).
Enquanto
isso, o conde corre atrás do prejuízo. Um ano atrás ele meteu os
pés pelas mãos com seu amor, a doce Annabel, e, agora ela está
para casar, para seu desespero. E para convencê-la do seu amor dá
trabalho e ainda tem a tal aposta correndo por fora.
A
autora vai levando os dois romances ao mesmo tempo. Os dois são
muito bons, não tem nem como ter um preferido. O que não gostei
foram as muitas palavras. Dava um livro com 270 páginas e não 359.
Mesmo assim vale a pena. A gente gruda no livro.
E
foi assim.
Bjoo.
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